O Ministério Público Eleitoral está pedindo a cassação do diploma da prefeita eleita em Camocim, Betinha Magalhães (PDT). A suspeita é de compra de votos, tempo indevido de entrevistas em rádio e demais ações que poderiam desequilibrar a paridade da campanha eleitoral. O MP pede ainda a inelegibilidade por oito anos. A reportagem não conseguiu contato com a prefeita eleita até o fechamento desta nota.
Fonte: Ponto Poder/DN
'SÃO TANTOS POLITICOS EM SITUAÇÃO IRREGULAR, MESMO ASSIM CONTINUAM CONTANDO COM OS VOTOS DOS ELEITORES, POR ISSO QUE ESSAS COISAS PERDURAM, O POVO NÃO APRENDE NUNCA.'
A vereadora reeleita em Forquilha, Jane Lopes (PSD), não foi diplomada pela Justiça Eleitora, devido a sentença do processo de inelegibilidade por rejeição de contas de gestão, quando ela presidiu a Câmara Municipal de Forquilha. No seu lugar, foi diplomado o primeiro suplente de Vereador Léo Martins (Léo Galinha) que assumira o mandato em primeiro de janeiro 2021.
A vereadora Jane Lopes, obteve 810 votos na eleição de novembro deste ano, disputada pelo palanque da oposição que saíram vitoriosos do pleito eleitoral. Na eleição, contou com o apoio significante do candidato a vice-prefeito Dr. Abdias Araújo Costa, com a promessa de ser a indicada para presidir o parlamento municipal novamente.
A vereadora, sempre se destacou pelo trabalho social que desenvolveu pelas comunidades onde era votada. Além de ter o reconhecimento dos demais parlamentares pela sua desenvoltura durante o mandato.
Fonte: Blog Célio Brito
'PARECE QUE DESSA VEZ A JUSTIÇA SE FEZ VALER, AQUI EM SOBRAL ESSE TIPO DE COISA COSTUMA DAR EM NADA.'
Violento acidente de trânsito é registrado na noite desta sexta-feira 18/12 na BR222, em Forquilha. Dois veículos colidiram frontalmente. Os veículos envolvidos no sinistro foram: Fiat Toro (placa de Cajazeiras) e um VW Golf. O carro GOLF (placa Forquilha) pegou fogo e os ocupantes morreram carbonizados. O Corpo de Bombeiros foi acionado para o local.
As outras vítimas foram socorridas por ambulâncias do SAMU para o hospital Santa Casa.
Policiais Rodoviários Federais, PMs, Corpo de Bombeiros, Polícia Civil e outros órgãos de segurança estão no local, realizando os procedimentos de praxe.
Segundo informações preliminares, as vítimas fatais foram identificadas como Tainara Oliveira e Emanoel.
O veículo Fiat Toro era ocupado por quatro pessoas.
Fonte: Sobral 24 Horas
'VOCÊS NÃO MERECIAM UMA MORTE TÃO CRUEL DESTA FORMA NÃO, QUE DEUS ABENÇOE VOÇÊS.'
Uma cena inusitada envolvendo um casal, chamou a atenção de outros frequentadores de um restaurante em Sobral. Após ingerir umas cervejas, o casal resolveu praticar sexo dentro do recinto, onde estava bebendo.
A mulher começa e se despir, sentada entre as pernas do seu companheiro. Ao observar as imagens picantes, a gerência do recinto compareceu ao local e impediu que o ato se consumasse, obrigando o casal mudar de comportamento.
Fonte: Wilson Gomes / Foto: Blog Sobral Agora
'O COMETÁRIO DESTA VEZ, EU DEIXO PARA OS LEITORES.'
POSTADO POR: LUCIANO MELO - 22/12/2020
Os magistrados da 1ª Câmara Cível, por unanimidade, negaram provimento ao recurso interposto por um homem contra decisão que determinou que as dívidas adquiridas pela ex-esposa durante o casamento devem ser divididas por igual no momento do divórcio.
De acordo com o processo, a sentença de primeiro grau reconheceu a existência de união estável entre as partes, no período de janeiro de 2006 e dezembro de 2016, bem como sua dissolução, e determinou a partilha de bens e obrigações, na proporção de 50% para cada parte.
A defesa alega que o apelante não possuía conhecimento dos débitos contraídos pela ex-companheira, não tendo se beneficiado de qualquer valor devido. Sustenta que para que seja determinada a partilha das pendências financeiras contraídas unicamente por um dos conviventes durante a união estável é necessária a demonstração de que reverteram em favor da unidade familiar. Requereu que as dívidas sejam excluídas da partilha.
Assim, a defesa pediu a exclusão da partilha da dívida de R$ 111.118,22 junto à Receita Federal; dívida de R$ 135.435,38, referente a CDCs e financiamentos celebrados junto à Caixa Econômica Federal; dívida de R$ 82.520,24, referente ao aval prestado junto a um banco privado.
Para o Des. João Maria Lós, relator da apelação, na partilha comunicam-se não apenas o patrimônio líquido, mas também as dívidas e os encargos existentes até o momento da separação de fato. No entender do magistrado, as dívidas assumidas durante a união estável por um dos companheiros presumem-se contraídas em prol da família.
Em seu voto, o relator citou jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ) no sentido de que as dívidas assumidas durante a união estável por um dos companheiros presumem-se contraídas em prol da família e, por isso, devem ser partilhadas quando da dissolução.
Desta forma, mantendo o entendimento da Corte Superior, o Des. Lós considerou desnecessária a comprovação de que as dívidas contraídas tenham sido revertidas em prol da unidade familiar.
“Ressalte-se que não há nos autos qualquer prova a derruir que tais empréstimos e demais dívidas não foram contraídas em prol da família, ônus que incumbia à parte autora e do qual não se desincumbiu. Incabível, portanto, a reforma da sentença. Ante o exposto, nego provimento ao recurso. É como voto”.
O processo tramitou em segredo de justiça.
Fonte: TJMS
'ESSA INFORMAÇÃO, DEVE TER DEIXADO MUITO MERMANJO APREENSIVO.'
Atleta Olímpica Jacqueline Mourão, que vive no Canadá, entrou em contato com a família.
A carta do pequeno Weylland Lorenzo, de 5 anos, para Papai Noel, onde ele relata o sonho do que gostaria de ganhar no Natal, junto com um pedido de ajuda para a família, causou comoção e a ajuda vem de vários cantos, inclusive do exterior.
A atleta olímpica de mountain bike Jacqueline Mourão, que hoje vive no Canadá, se sensibilizou e já entrou em contato com a mãe do menino, Nikasia Gonçalves Dias, a “Nika”.
No sábado, segundo Nika, depois da publicação no site do EM, ela recebeu dois telefonemas de pessoas interessadas em ajudar. Ela ficou surpresa com o interesse de Jacqueline Mourão.
“Mandei uma mensagem perguntando como posso ajudar”, diz Jacqueline, que diz ter se sensibilizado ao ler a história da família de Weylland e as dificuldades que enfrentam.
Segundo ela, o desejo de ajudar é grande. “Vou tentar conseguir uma bicicleta infantil. Imagino o rosto de felicidade das crianças. Fico na torcida para que o maior número possível de pessoas ajude.”
Weylland é de uma família pobre, que vive da agricultura. O pai, Raylson Souza, de 23 anos, trabalha na roça, onde planta abóbora, feijão, quiabo, cana. Também faz bicos de capina e poda e de servente de pedreiro. “Nika” trabalha quebrando baru, um legume lenhoso, que se assemelha a um coquinho.
A família tem uma história de luta e dificuldade. Eles são de Luziânia, em Goiás e se mudaram para Dom Bosco, no Vale do Paranaíba, em Minas Gerais, para cuidar do pai de Raylson, que ficou doente. Hoje, segundo Nika, eles atravessam dificuldades para pagar o aluguel, no valor de R$ 120, e também para comprar soro para Weylland, que sofre de adenoide, e precisa ser medicado diariamente.
REAÇÃO NAS REDES SOCIAIS
Nas redes sociais do EM, muitas pessoas comentaram e se sensibilizaram com os pedidos da criança ao Papai Noel. "Gostaria de ajudar tadinho.... a gente tem tudo e não sabe, meu Deus... dói no coração uma crianca e ainda amoroso com a irmãzinha", diz um dos internautas.
"Muito obrigado ao jornal Estado de Minas pela oportunidade de participar do Natal dessa família", postou outro.
As doações para o Papai Noel de Weylland e sua família podem ser feitas através do contato pelo celular de Nika, (38) 99807-7767, que funciona apenas no WhatsApp.
Um homicídio a bala foi registrado na noite desta quarta-feira 16/12 no município de Forquilha, no bairro Edmundo Rodrigues.
Um jovem identificado como Marcelino, 23 anos, foi executado com vários tiros no quintal de sua residência.
Segundo informações de populares, a vítima estava sentada na calçada de sua residência, quando criminosos chegaram em motocicletas e sem nenhuma discussão atiraram contra o jovem, que correu para o quintal de sua casa, mas foi alcançado pelos homicidas.
Os assassinos fugiram em rumo ignorado.
As Polícias Civil e Militar estiveram no local, realizando os procedimentos de praxe.
O corpo foi recolhido pela perícia.
A Polícia Civil irá investigar a autoria e a motivação do crime.
'A VIOLÊNCIA TOMOU CONTA DAS NOSSAS CIDADES VIZINHAS.'
A acusação é que a atual líder do Executivo Municipal teria usado do poder público para trabalhar em campanha.
O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) pediu a cassação do diploma da prefeita eleita de Pires Ferreira, Lívia Muniz. A acusação é de que a atual gestora, Marfisa Aguiar, teria abusado do poder público para fazer campanha à então candidata. Lívia que é concunhada de Marfisa Aguiar.
Segundo o MPCE, a atual líder do Executivo Municipal teria feito uso da estrutura da Secretaria de Educação na campanha da sucessora. A investigação reuniu, ainda, fotos publicadas nas redes sociais de uma festa para a candidata na casa da secretária, Rosa Ferreira.
Em um áudio adquirido pelo Ministério Público, Solange Pereira, coordenadora do Programa de Alfabetização na Idade Certa de Pires Ferreira, pede a uma professora de uma escola pública que seja gravado um vídeo em apoio à então candidata Dra. Lívia:
“Meu amor, nós precisamos que você faça um vídeo da Escola, né! Agradecendo ou reconhecendo o trabalho da Marfisa, da Rosinha e acolhendo a Dra. Lívia pra gente apresentar, junto com outros vídeos das outras escolas no sábado, lá na Rosinha. Um videozinho curto Nelsa, desde que apareça a sua mensagem e uma mensagenzinha muito rápida de todos os colegas, viu, da Escola! Eu até pensei naquelas coisinhas bacana que vocês fazem levantando plaquinha, coisinha assim! Viu! Uma coisinha rápida mas que tenha a representação da escola, tá bom!”
Diante dos fatos, o Ministério Público entrou com uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral, com base na Lei 9.504/97. Caso o diploma da prefeita eleita, Lívia Muniz, seja de fato cassado, novas eleições devem ser marcadas.
Documento divulgado pelo jornalista Allan dos Santos aponta que Oswaldo teria sido socorrido sem o movimento das pernas.
Um suposto laudo médico sobre o estado de saúde de Oswaldo Eustáquio apontou que o jornalista pode ter ficado paraplégico após uma queda sofrida ao tentar arrumar o chuveiro da cela onde estava. O documento, divulgado pelo jornalista Allan dos Santos, aponta que Eustáquio já estava paraplégico ao ser resgatado.
– Paciente com relato de queda de altura (estava em cima da privada tentando arrumar o chuveiro) e após ficar algum tempo submerso na água. Quando socorrido, já encontrava-se paraplégico – diz o suposto documento.
Já no início da tarde desta terça-feira (22), a esposa de Eustáquio, Sandra Terena, publicou que o jornalista ainda aguarda a realização de um exame de ressonância, que deve ser feito por volta de 15h. Terena também informou que ainda não conseguiu ver o marido desde que ele foi internado.
– Estou aqui no hospital e nos foi informado que o Oswaldo ainda não fez a ressonância. O exame será realizado às 15h e o quadro de saúde dele é estável. Continuo contando com as orações de vocês pela pronta recuperação do meu marido. Eu ainda não pude vê-lo – escreveu.
Apesar do relato dramático divulgado pelo laudo, a deputada federal Bia Kicis (PSL-DF), que esteve no Hospital de Base do Distrito Federal, onde o jornalista foi internado, apontou que a paraplegia pode ser apenas temporária, em razão da força do impacto sofrido por Eustáquio, e destacou que a gravidade só vai poder ser confirmada após um exame de ressonância.
– Ele não está sentindo o movimento da perna, mas isso pode ser uma coisa passageira, ele sofreu uma lesão, pode voltar normalmente, mas nós só vamos saber quando a ressonância for feita – completou.
Fonte: Pleno News
'É DESUMANO O QUE ESTÃO FAZENDO COM ESSE CIDADÃO, ISSO SÓ POR ELE É SIMPATIZANTE DO PRESIDENTE BOLSONARO.'
Suzane von Richthofen, condenada por matar os pais em 2002, deixou a prisão no início da manhã desta terça-feira 22/12, para “saidinha” temporária de Natal e Ano Novo. Ela deve ficar em liberdade até o dia 5 de janeiro, quando deve voltar à Penitenciária Santa Maria Eufrásia Pelletier em Tremembé (SP).
Essa será a primeira e única saída temporária para Suzane e presos do regime semiaberto neste ano. O benefício havia sido suspenso em março deste ano por causa da pandemia de coronavírus. Na época, presos de ao menos cinco presídios no Estado se revoltaram e fizeram rebeliões.
Suzane deixou a P1 feminina por volta das 8h15. Assim como as outras detentas, Suzane usava máscara de proteção contra o coronavírus na saída da unidade. Ela encontrou uma mulher na porta do presídio e entrou em um carro para deixar o local.
A desavença entre uma mulher e o ex-companheiro motivou pelo menos dez homicídios ocorridos na cidade de Itaitinga, na Grande Fortaleza. A mulher identificada como Valesca Teixeira dos Santos, 22 anos, responsável pelos crimes, foi presa na cidade de Santo André, em São Paulo e trazida para o Ceará na noite da última sexta-feira (18).
As investigações apontam que os homicídios têm como motivação a desavença entre a mulher e o ex-companheiro José Flávio de Sousa, de 44 anos, conhecido como "Zé Flávio", que já responde por dez procedimentos policiais por homicídios, tráfico de drogas, ameaça, crimes contra a administração pública, dano, porte ilegal de arma de fogo e por integrar organização criminosa. Ainda segundo a polícia, ele é apontado como chefe de um coletivo criminoso atuante em Itaitinga.
A Polícia afirmou que depois do fim do casamento, a mulher passou a se relacionar com um suspeito de integrar um grupo criminoso rival ao do ex-companheiro. Por conta disso, o grupo de "Zé Flávio" passou a matar pessoas ligadas à Valesca. Já a mulher passou a repassar ao grupo rival informações referentes à localização de comparsas do ex. Passou então a existir uma disputa interna entre os criminosos pela disputa de território em Itaitinga.
TRIPLO HOMICÍDIO
De acordo com a Polícia, as investigações que resultaram na identificação e prisão da mulher começaram depois de um triplo homicídio registrado no último dia 7 de junho, em Itaitinga, quando três pessoas foram mortas em um bar. Juliésio Alves da Costa, 28 anos; Antônio Mikael Batista da Silva, 16 anos; e Ericlies Assunção da Silva, 24, foram atingidos por tiros de arma de fogo no estabelecimento conhecido como "Bar do Lázaro", na localidade de Angorá.
Em represália, o grupo criminoso revidou e matou Eduardo do Carmo Gomes, 22 anos, cunhado de Valesca. A Polícia Civil, por meio das investigações iniciais, descobriu que Eduardo teria apontado a localização das três vítimas do bar aos seus executores. Ele teria agido sob ordem de Valesca. O corpo do homem foi encontrado enterrado em uma pedreira na cidade de Itaitinga, no dia 5 de julho. Ele estava desaparecido desde o 13 de junho.
Então, o irmão de Eduardo, Lucas do Carmo Gomes, 20 anos, que seria preso depois, passou a cometer homicídios em Itaitinga para vingar a morte do familiar. No dia 30 de junho, Lucas e outros criminosos executaram Antônio Alisson Alves Assunção, 22 anos, conhecido por "Ála". Ele foi morto com vários tiros próximo de um hospital na cidade. "Ála" já respondia por tráfico de drogas, associação para o tráfico, posse ilegal de arma de fogo de uso restrito, roubo e crime de trânsito. Contra ele, havia ainda um mandado de prisão por tráfico de drogas.
No dia 3 de julho, dois dias antes de o corpo de Eduardo ser encontrado, Lucas e outros suspeitos também executaram Josivan Gregório do Nascimento, 31 anos, e seu irmão, Jair Gregório do Nascimento, 28 anos. O crime ocorreu no bairro Barrocão, também em Itaitinga. Josivan já respondia a quatro homicídios consumados, em tentado, além de roubos, associação criminosa e porte ilegal de arma de fogo.
A MORTE DA IRMÃ DE VALESCA
Outra pessoa a ser executada foi a irmã de Valesca. Alicia Mariana Oliveira Duarte, 16 anos, que também era companheira de Eduardo Gomes, foi morta quando transitava em uma motocicleta, no bairro Angorá. O crime aconteceu no dia 24 de outubro. Mais uma vez em retaliação, o grupo de Valesca executou Nataniel Oliveira Pereira, 20 anos, com tiros de fuzil no bairro Ocupação, em Itaitinga.
Fonte: Diário do Nordeste
'AS PESSOAS SÓ QUEREM MATAR, POUCO IMPORTA PARA ELAS O RAZÃO, QUE MOTIVOU TAL FATO.
Na madrugada desta segunda-feira 21/12, por volta de 01:00hs, aconteceu um crime de morte na Margem Esquerda, nas proximidades da Biblioteca Municipal.
O corpo de um homem identificado como Benedito Jailton Barbosa da Silva, 35 anos, natural de Sobral, conhecido pela alcunha de "Borracha", foi encontrado com sinais de perfurações a faca.
A vítima tinha várias passagens pela Polícia.
As Polícias Civil e Militar estiveram no local do crime, realizando os procedimentos de praxe.
A Polícia Civil irá investigar a autoria e a motivação do crime.
Sobral registra até a presente data, 127 homicídios dolosos.
Fonte: Sobral 24 Horas
'O HOMEM É SENHOR DAS SUAS ESCOLHAS, E ESCRAVO DAS CONSEQUÊNCIAS.'
O delegado e vereador Samuel Silveira (PSDB-PI) foi baleado durante um assalto na noite deste domingo 20/12, em Teresina, no Piauí. Oliveira, no entanto, conseguiu revidar e atirou no suspeito, que morreu no local.
De acordo com o portal G1, o delegado estava deixando os filhos em casa quando foi abordado pelo criminoso, identificado apenas como Edivan.
O delegado que está cuidando do caso, Júlio Castro, afirmou que o ladrão “tomou o celular do Samuel, que, logo depois, dá as costas, e aí iniciam os disparos. O Edivan atira duas vezes contra ele, e o delegado atirou outras vezes, mas vimos que foram poucos disparos, porque a arma do Samuel ainda possuía muitas munições”.
– Ele [Edivan] pegou a moto emprestada de um homem identificado como Francisco, que foi encaminhado à delegacia para prestar depoimento e explicar o motivo de ter dado o veículo para Edivan – relatou o delegado.
Edivan ainda percorreu cerca de 100 metros após ser atingido, mas não resistiu e morreu na rua. O vereador foi levado a um hospital particular. Ele foi submetido a uma cirurgia e está internado em uma unidade de terapia intensiva (UTI).
Walter Delgatti Neto citou os nomes de Dias Toffoli e Gilmar Mendes como alvos da operação.
O hacker Walter Delgatti Neto, que ficou conhecido após vazar conversas de diversas personalidades, entre elas o ex-ministro Sergio Moro, afirmou em entrevista concedida a CNN Brasil que ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) estavam na mira da Operação Lava Jato. Segundo ele, os dois principais alvos seriam Gilmar Mendes e Dias Toffoli.
– Eles queriam. Eu não acho, eles queriam [prender]. Inclusive Gilmar Mendes e Dias Toffoli. Eles tentaram de tudo para conseguir chegar ao Gilmar Mendes e ao Toffoli. Eles tentaram falar que o Toffoli tentou reformar o apartamento e queriam que a OAS delatasse o Toffoli – apontou.
Depois de ficar preso na operação Spoofing por pouco mais de um ano e ter outras acusações por crimes como estelionato, furto qualificado, apropriação indébita e até tráfico de drogas, Neto foi solto no último mês de outubro. Na entrevista, ele assumiu ter invadido as contas de telefone de quase duzentas autoridades brasileiras e até de celebridades, como Neymar.
Além de mencionar Gilmar e Toffoli, Delgatti também fez declarações a respeito de Luís Roberto Barroso. Segundo o hacker, Barroso e o procurador Deltan Dallagnol, ex-coordenador da força-tarefa da “Lava Jato” em Curitiba, eram bastante próximos. O ministro do STF teria chegado a auxiliar Dallagnol em casos.
– O Barroso e o Deltan conversavam bastante. Inclusive, o Barroso, em conversas, auxiliava o que colocar na peça, o que falar. Um juiz auxiliando também, o que deveria fazer um procurador – afirmou.
Fonte: Pleno News
'SOBRE A PRISÃO DOS MINISTROS DO SUPREMO, EU SÓ TENHO UMA COISA A DIZER, QUE PENA QUE NÃO DEU CERTO.'
POSTADO POR: LUCIANO MELO - 22/12/2020
segunda-feira, 14 de dezembro de 2020
“Da direita, quantos mais morrerem de Covid, melhor”, diz professora de escola pública
Fachada da Escola Municipal Guerino Zugno, em Caxias do Sul (RS), onde a educadora trabalha.| Foto: Reprodução / Google Street View
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Professora na Escola Municipal Guerino Zugno, em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, Monique Emer se tornou alvo de críticas nas redes sociais após afirmar, entre outras coisas, que quanto mais pessoas "de direita" morrerem de Covid-19 "é melhor". Monique, que leciona para o ensino fundamental, é investigada desde 2018 por violência contra colegas professores e denúncias de bullying contra alunos.
As falas teriam sido motivadas pela revolta da professora após a derrota do candidato à prefeitura do município apoiado por ela, Pepe Vargas, do PT. Em publicações nas redes sociais, Monique fala em "canalizar a revolta incendiária de estudantes" e sobre professores poderem "potencializar isso".
"É por isso que eu estou criando meus filhos [de forma] diferente. Se depender dessa nova geração, todos os alunos que passam pela minha mão vão ser muito mais faca na bota. Não vão mais cair nesse discurso de oportunista, mas não vão mesmo. Vão ser muito mais faca na bota. Vão saber que tem coisa que só se resolve como na Argentina, na França, botando fogo em ônibus, quebrando mercado, quebrando banco, saqueando mercado, saqueando lojas. Pois é desse jeito que se resolvem as coisas. Na paz e na democracia não se resolve nada", disse Monique em áudio publicado nas redes sociais.
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"Da direita, quanto mais morrerem de Covid-19, de tudo, Aids, câncer fulminante, pra mim, melhor é. Já que a gente não pode fuzilar, então que vão na praça fazer bandeiraço (sic) e, se Deus quiser, morram tudo de Covid. Adultos, mulheres, idosos e crianças, não vale um, não se salva um", disse Monique.
"Quando começou o Covid eu pensei: lindo, maravilhoso, vai morrer um monte de velhos. Velhos são machistas, racistas, reacionários, conservadores, e o PT vai se reeleger. Eu acho ótimo porque eu não tenho nenhuma afinidade com velho, não tenho saco pra gente velha. A partir do momento em que você não consegue se atualizar para viver nesse mundo, de fato você é um peso na terra e deveria estar morto. Sempre são uns caras moralistas, conservadores, escrotos. Então vai ser bom, vai agilizar, porque eu estou achando que poucos estão morrendo. Não conseguimos nos eleger nas capitais ainda. Tem que morrer mais. Uma hora vai morrer o suficiente pra gente ganhar. Tem que morrer", afirmou, ainda.
Nas redes, internautas criaram um abaixo-assinado solicitando a exoneração de Monique Emer. "Esta pessoa deixa claro que prega esta Ideologia e ódio para seus alunos, fazendo lavagem cerebral em nossos filhos. Após este fato, inúmeros relatos com provas vieram à tona mostrando a falta de caráter e até perfil psicológico para estar dentro das salas de aula. Com base nestes fatos, precisamos recolher o máximo de assinaturas pedindo na exoneração desta pessoa. É inadmissível que este tipo de permaneça em uma sala de aula", escrevem os autores da petição, que conta com 11.204 assinaturas virtuais.
A reportagem não conseguiu contato com a professora.
Em ofício encaminhado à prefeitura de Caxias do Sul, a Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação, Cultura, Desporto, Lazer e Turismo da Câmara Municipal da cidade solicitaram resposta administrativa por parte do poder Executivo local.
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"Como professora do Município, ela deve satisfação à sociedade, para quem ela trabalha, assim como qualquer outro servidor público municipal. Assim sendo, a Comissão solicita que o Poder Executivo tome as devidas providências e medidas cabíveis, conforme estabelecem as leis municipais e o estatuto dos servidores. Pedem, ainda, que seja verificado, se o conteúdo que a professora leciona em sala de aula condiz com o plano pedagógico dos anos em que trabalha", solicitam.
"Brincam na sala à sombra de uma bandeira comunista"
Embora a professora tenha desativado seu perfil na rede social Facebook, circulam prints de publicações de Monique após as eleições. Ela escreve, por exemplo, sobre uma "tendência incendiária" em jovens estudantes, "uma indignação pronta para ser canalizada". "Não faltam professores, pais e formadores de opinião pra potencializar isso!", diz:
Reprodução Facebook.
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Reprodução Facebook.Fonte: Gazeta O Povo'ESSA ESQUERDOPATA DEVERIA SER ERA PRESA, PARA APRENDER NA MARRA A RESPEITAR O PRÓXIMO.'POSTADO POR: LUCIANO MELO - 14/12/2020
Monique Emer também chegou a falar que cria seus filhos à sombra de uma bandeira comunista na parede.
A professora que desejou a morte de pessoas de direita, incluindo crianças e idosos, por Covid-19 foi punida por seus posicionamentos. Por determinação da Procuradoria Municipal de Caxias do Sul (RS), Monique Emer foi afastada de suas funções no colégio em que dava aula.
Com a punição, ela também não poderá manter contato com nenhum colega de trabalho, alunos ou pais de estudantes da Escola Municipal Guerino Zugno.
“A Equipe Diretiva e a Coordenação Pedagógica da EMEF Guerino Zugno informam que por determinação da Procuradoria Geral do Município a professora Monique Varela Emer está afastada de suas funções como docente da rede municipal de Caxias do Sul e consequentemente de suas atividades em nossa escola. A professora não deve manter contato com nenhum colega, seja professor ou funcionário, ou com pais e alunos da comunidade escolar da Escola Guerino Zugno”, informou a instituição de ensino.
O CASO
Em uma postagem no Facebook, Monique, revoltada com a derrota do candidato petista Pepe Vargas na disputa para a prefeitura de Caxias, fala em “canalizar a revolta incendiária de estudantes” e chama os moradores da cidade de “gente burra, grosseira e tacanha”.
– Há uma rebeldia nesses jovens, uma insatisfação, uma indignação pronta para ser canalizada. Uma tendência incendiária que a nossa geração de frouxos, frutos da redemocratização, não tem. E não faltam professores, pais e formadores de opinião para potencializar isso – diz.
Em um áudio divulgado nas redes, Monique também diz que “quanto mais” pessoas de direita “morrerem de Covid-19, melhor é”. A professora ainda declara vontade de fuzilar simpatizantes da direita e pede a morte de todas as pessoas que se manifestam em favor do espectro político, incluindo idosos e crianças.
– Da direita, quanto mais morrerem de Covid-19, de tudo, Aids, câncer fulminante, pra mim, melhor é. Já que a gente não pode fuzilar, então que vão na praça fazer bandeiraço (sic) e, se Deus quiser, morram tudo de Covid. Adultos, mulheres, idosos e crianças, não vale um, não se salva um – afirma.
Na publicação do Facebook, Monique ainda diz que cria os filhos, que segundo ela têm menos de 4 anos, em meio “a palestras, manifestações, greves, sindicatos e partidos políticos” e diz que eles “brincam na sala à sombra de uma bandeira comunista na parede”.
– [Meus filhos] almoçam e jantam abaixo de um quadro com Marx, Engels, Lênin, Stalin, Fidel, Che Guevara e todos os grandes revolucionários socialistas da história. Com nem 4 anos, já têm mais de 50 livros e convivem em um ambiente de fortes debates ideológicos e em meio aos movimentos sociais, comunitário, sindical e feminista – completa.
Nas redes, internautas criaram um abaixo-assinado solicitando a exoneração de Monique Emer, afirmando que ela “deixa claro que prega esta ideologia [comunismo] e ódio para seus alunos, fazendo lavagem cerebral em nossos filhos”. A petição recebeu 11.204 assinaturas virtuais e os autores agora pretendem protocolar um pedido de exoneração da educadora.
Outra denúncia sobre o caso foi feita em um ofício encaminhado à prefeitura de Caxias do Sul pela Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação, Cultura, Desporto, Lazer e Turismo da Câmara Municipal da cidade. No documentos, vereadores solicitaram resposta administrativa por parte do poder Executivo local.
Fonte: Pleno News
'ISSO É TIPICO E NORMAL VINDO DE UMA PETISTA ESQUEDOPATA, ESPERO QUE ELA SEJA RESPONSABILIZADA POR ESSAS IDIOTICES CRIMINOSAS QUE ELA FALOU.'
Delegada Patrícia Bezerra foi condenada a 7 anos de prisão e perda do cargo público
Uma delegada e 12 inspetores da Polícia Civil do Ceará foram condenados pela Justiça Federal com penas que variam de três meses de detenção a 22 anos e 11 meses de reclusão em regime inicialmente fechado. As 13 penas somadas chegam a 133 anos e quatro meses de prisão.
Os 13 integrantes da Polícia Judiciária foram condenados por diversos crimes como tortura, peculato, receptação e organização criminosa. Todos eram lotados na Delegacia de Combate ao Tráfico de Drogas (DCTD) e alguns chegaram ser presos durante a “Operação Vereda Sombria”, da Polícia Federal, em dezembro de 2017.
A sentença foi proferida na última quinta-feira (10) e divulgada nesta sexta (11). O juiz federal Danilo Dias Vasconcelos de Almeida, substituto na 32ª Vara Federal Criminal da Justiça Federal de Primeira Instância da 5ª Região, em Fortaleza, determinou que oito dos 13 servidores iniciem de imediato o cumprimento da pena em regime fechado e três no regime semi-aberto. Outros dois ficarão em regime aberto.
A delegada de Polícia Civil e então titular da DCTD, Patrícia Bezerra de Souza Dias Branco, foi condenada a sete anos de prisão, perda do cargo, pagamento de 84 dias multas, além de interdição por oito anos de exercer função ou cargo público, devendo iniciar o cumprimento da pena em regime semi-aberto.
A sentença, porém, deverá ser contestada na Justiça. Os advogados de defesa dos réus já informaram que irão ingressar com recursos judiciais de apelação para a anulação das condenações.
OPERAÇÃO
A investigação que levou a delegada e os inspetores à condenação foi realizada pela Polícia Federal, que apurou crimes como tortura, extorsão, corrupção e envolvimento com o tráfico de drogas. Todos faziam parte da delegacia responsável pelo combate ao tráfico de entorpecentes e teriam passado a fazer prisões arbitrárias, forjar flagrantes e exigir propina para liberar traficantes presos ilegalmente. As autoridades apuraram, ainda, que o grupo ficava com parte das drogas que eram apreendidas nas operações, gerando crimes de abuso de autoridade, corrupção e apropriação de dinheiro público.
A investigação começou com a delação premiada feita à Justiça Federal por um português preso duas vezes seguidas pela equipe de policiais comandada pela delegada Patrícia Bezerra.
Na sentença, o juiz federal Danilo Dias Vasconcelos considerou a “existência de uma organização criminosa dedicada ao cometimento sistemático de crimes por parte dos policiais civis, boa parte destes com uso de violência ou grave ameaça. A ocorrência de torturas no âmbito da delegacia não se mostrou pontual, mas sim, uma situação recorrente”.
RECORRER
O criminalista Leandro Vasques, representante da defesa da delegada Patrícia Bezerra, informou que entrará com recurso contra a condceação, acentuando que: “A defesa técnica da delegada Patrícia Bezerra comprovou fartamente, durante a instrução processual, através de fortes provas documentais e testemunhais, a completa improcedência da acusação. De maneira absolutamente surpreendente, o magistrado federal simplesmente houve por concluir que todas as testemunhas que corroboraram a tese defensiva estavam deliberadamente mentindo, em uma análise eivada de subjetivismos e processualmente atécnica. Confiamos plenamente que o Tribunal Regional Federal reformará esta sentença e absolverá a delegada Patrícia Bezerra”.
E acrescentou: “Além disso ainda não descartamos a possibilidade do processo ser todo nulo, uma vez que entendemos que a Justiça Federal não é a competente para apurar o presente caso. Portanto, o futuro nos acenará ou para a anulação do todo o processo ou para a absolvição da delegada Patrícia Bezerra.”
VEJA A SEGUIR, A SENTENÇA COM A CONDENAÇÃO DE CADA UM DOS POLICIAIS
1 – Patrícia Bezerra de Souza Dias Branco (delegada de Polícia Civil), Pena: sete anos de reclusão, 84 dias-multas, interdição de função ou cargo público pelo prazo de oito anos subsequentes ao cumprimento da pena. Regime inicial: semi-aberto.
2 – Antônio Chaves Pinto Júnior (policial civil/inspetor) Pena: 22 anos e 11 meses de reclusão, três meses de detenção, 72 dias-multa, 84 dias-multa, perda do cargo, interdição de função ou cargo público pelo prazo de oito anos subsequentes ao cumprimento da pena. Regime inicial: fechado.
3 – José Audízio Soares Júnior (policial civil/inspetor) – Pena: 17 anos e 8 meses de reclusão, 72 dias –multa, 84 dias-multa, perda do cargo, interdição de função ou cargo público pelo prazo de oito anos subseqüentes ao cumprimento da pena. Regime inicial: fechado.
4 – Thales Cardoso Pinheiro (policial civil/inspetor) – Pena: Três meses de detenção, substituída por prestação pecuniária de 10 salários mínimos. Regime inicial: aberto.
5 – Victor Rebouças Holanda (policial civil/inspetor) – Pena: Três meses de detenção, substituída por prestação pecuniária de 10 salários mínimos. Regime inicial: aberto
6 – Fábio Oliveira Benevides (policial civil/inspetor) – Pena: 18 anos e 8 meses de reclusão, 10 dias-multa, 72 dias-multa, 84 dias-multa, perda do cargo, interdição de função ou cargo público pelo prazo de oito anos subseqüentes ao cumprimento da pena. Regime inicial: fechado.
7 – Raimundo Nonato Nogueira Júnior (policial civil/inspetor) – Pena: 10 anos e 8 meses de reclusão, 72 dias-multa, perda do cargo, interdição de exercício de função pública pelo dobro do prazo da pena aplicada. Regime inicial: fechado.
8 – Antônio Henrique Gomes de Araújo (policial civil/inspetor) – Pena: 12 anos e 3 meses de reclusão, três meses de detenção, 84 dias-multa, perda do cargo, , interdição de função ou cargo público pelo prazo de oito anos subseqüentes ao cumprimento da pena. Regime inicial: fechado.
9 – Francisco Alex de Sousa (policial civil/inspetor) – Pena: 12 anos e 3 meses de reclusão, três meses de detenção, 84 dias-multa, perda do cargo, , interdição de função ou cargo público pelo prazo de oito anos subsequentes ao cumprimento da pena. Regime inicial: fechado
10 – Rafael de Oliveira Domingues (policial civil/inspetor) – Pena: 12 anos e 3 meses de reclusão, três meses de detenção, 84 dias-multa, perda do cargo, , interdição de função ou cargo público pelo prazo de oito anos subsequentes ao cumprimento da pena. Regime inicial: fechado.
11 – João Felipe de Araújo Sampaio Leite (policial civil/inspetor) – Pena: 5 anos e 3 meses de reclusão, três meses de detenção, perda do cargo, interdição de exercício de cargo ou função pública pelo dobro do prazo da pena aplicada: Regime inicial: semi-aberto
12 – Allan Wagner de Oliveira (policial civil/inspetor) – Pena: 5 anos e 3 meses de reclusão, três meses de detenção, perda do cargo, interdição de exercício de cargo ou função pública pelo dobro do prazo da pena aplicada: Regime inicial: semi-aberto.
13 – Petrônio Jerônimo dos Santos (policial civil/inspetor) – Pena: 8 anos e 9 meses de reclusão, 105 dias-multa, perda do cargo, interdição para o exercício de função ou cargo público pelo prazo de 8 anos subsequentes ao cumprimento da pena. Regime inicial: fechado.
'ISSO É UMA VERGONHA, TANTA GENTE ESTUDA COM O SONHO DE QUERER SER POLICIAL, E ESSES DÃO ESSE MAL EXEMPLO, ESPERO QUE PAGUEM PELOS CRIMES QUE COMETERAM.'
A Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos da Segurança Pública e do Sistema Penitenciário (CGD) e o Comando-Geral da Polícia Militar do Ceará vão instaurar, simultaneamente, procedimentos para apurar as agressões física e verbal sofridas por um oficial da Corporação. O fato ocorreu dentro de um supermercado na cidade de Aracati, no Litoral Leste do Estado (a 149Km de Fortaleza). Câmeras do local filmaram o momento em que o comandante da PM daquela cidade é agredido com um soco no rosto por um homem que seria também policial militar.
O tenente-coronel PM Adrianízio Paulo de Oliveira Alves, que recentemente assumiu o comando do Policiamento Ostensivo Geral (POG) de Aracati foi atacado e espancado pelo sargento PM João Batista Barbosa Júnior. Trata-se de um militar com extenso histórico de atos de indisciplina. Ele havia saído do Presídio Militar – onde cumpria prisão disciplinar – há apenas três dias. Ontem, entrou em um supermercado para comprar bebidas e não usava máscaras. Ao ser advertido sobre a exigência do uso da máscara, passou a xingar os funcionários e ameaçou agredi-los, se recusando a deixar o local. A Polícia foi chamada.
Quando a primeira patrulha chegou ao local foi também desacatada. Nem mesmo a presença de PMs superiores no local impediu que o policial, identificado como João Batista Barbosa Júnior (sargento Barbosa) continuasse as ameaças. O comandante então foi chamado. Ao dar voz de prisão ao desordeiro, o oficial recebeu um soco no rosto. Nesse momento, os militares detiveram o colega de farda, que estava à paisana e, aparentemente, bêbado.
XINGAMENTOS
Já dominado, Barbosa passou a desferir insultos e palavrões contra o comandante. Por ser um homem de grande porte físico, teve que ser algemado e arrastado para fora do supermercado. Ainda assim, desafiou o oficial a atirar contra ele. “Atira em mim, cachorro!!”, bradou.
Várias pessoas que estavam no supermercado filmaram com seus celulares as cenas de indisciplina e violência do PM.
'A PIOR RESSACA É A DA VERGONHA, ISSO SE ESSE ELEMENTO TEM VERGONHA, DEPOIS DESSA ELE TERÁ SÉRIOS PROBLEMAS MORAIS E JUDICIAIS.'
POSTADO POR: LUCIANO MELO - 14/12/2020
A cidade de Coreaú-Ce, vive uma incerteza eleitoral. O candidato que venceu as eleições Edésio Sitônio(PDT), sua vice Érika Cristino(PDT) e o vereador eleito Chico Antônio (PDT), têm sido alvo de denúncias por parte do Ministério Público Eleitoral do Ceará, por abuso de poder econômico e compras de votos nas eleições do dia 15 de novembro último.
O MP-CE já fez duas denúncias encaminhadas à Justiça Eleitoral, pedindo inclusive que não seja diplomada a Chapa vencedora e o vereador citado.
Resta saber se a JUSTIÇA vai acolher ou não as referidas denúncias, todas fundamentadas com provas fortíssimas contra os citados.
Nas redes sociais, as denúncias estão espalhadas e o eleitorado de Coreaú vive de incertezas sobre o que poderá acontecer. Fala-se em novas eleições e até na possível condenação dos envolvidos nestas denuncias.
VEJA A MATÉRIA PUBLICADA NO SITE DO MP-CE
O Ministério Público Eleitoral (MPE), por meio da Promotoria da 64ª Zona Eleitoral, pediu nessa quarta-feira (09/12) a cassação dos registros de candidatura ou dos diplomas do prefeito eleito José Edezio Vaz de Souza, conhecido por “Edesio Sitonio”, da vice-prefeita eleita Erika Frota Monte Coelho Cristino; e do vereador eleito Francisco Antônio Menezes Cristino, popularmente conhecido como “Chico Antônio”. O MP ingressou com uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) por abuso de poder econômico cumulada com captação ilícita de sufrágio em face dos três candidatos eleitos, bem como de Humberlândia Mesquita de Assis, esposa de Edesio Sitonio; Maria Carvalho de Aragão, vulgo “Tânia Aragão”; e Francisco Lima Ximenes Moreira, popularmente conhecido por “Chiquinho Braw”.
Segundo se apurou, Priscila Siqueira Vasconcelos Fontenele, candidata à vereadora na cidade de Coreaú, foi vítima de ‘fake news’ supostamente praticada por Tânia Aragão. Em razão disso, após concedido pela Justiça, a autoridade policial fez a busca e apreensão domiciliar, recolhendo diversos objetos, entre eles o aparelho celular de propriedade de Tânia Aragão. Com autorização judicial e posterior fornecimento da senha de desbloqueio do aparelho pela investigada, na presença dos advogados, fez-se a busca nos aplicativos do celular que pudessem demonstrar injúria eleitoral, objeto principal dessa investigação.
Contudo, foram encontrados outros diversos delitos, dentre eles, corrupção eleitoral e organização criminosa, bem como captação ilícita de sufrágio. Nas conversas colhidas legalmente do aplicativo Whatsapp, verificou-se que Humberlândia Mesquita de Assis, esposa do candidato a prefeito eleito, organizava a captação ilícita de votos, juntamente com Erika Cristino, candidata a vice-prefeita, e Tânia Aragão, tudo repassado e por fim autorizado por José Edézio. Também ficou evidenciado que Tânia Aragão seria pessoa de absoluta confiança dos promovidos, funcionando como “cabo eleitoral”, tanto da candidatura majoritária como da candidatura proporcional de Francisco Antônio Menezes Cristino, pois dialogava com todos via Whatsapp, fazendo a captação dos eleitores para que estes recebessem os valores pela compra de votos.
Outra pessoa que participava ativamente da compra de votos, além de ser quem providenciava os pagamentos, por ser de alta confiança dos demais acusados, era Francisco Lima Ximenes Moreira, conhecido como “Chiquinho Braw”. Inclusive, ele foi conduzido pela Polícia Militar para procedimento policial por estar, na véspera da eleição, na posse de R$ 4.500,00, diversos “santinhos” e uma relação de pessoas que supostamente haviam recebido valores em dinheiro. Esses fatos originaram outra ação de investigação da Justiça Eleitoral, sob responsabilidade do MPE. (Fonte: MP-CE)
Fonte: Sobral Agora
'INFLIZMENTE AS PESSOAS NÃO CREEM NA JUSTIÇA DO BRASIL, PRINCIPALMENTE QUANDO TEM GENTE COM PODER AQUISITIVO GRANDE ENVOLVIDO.'
A última pesquisa do Instituto Datafolha realizada, em 2020, mostra que o presidente Jair Bolsonaro mantem uma alta popularidade que o permite, nas condições atuais, chegar ao segundo turno da eleição de 2022. Mesmo com todos os desgastes e polêmicas geradas nas áreas da saúde, ambiental e, especialmente, da pandemia da Covid-19, Bolsonaro tem uma taxa de aprovação de 37%, que se mantem desde a última pesquisa realizada no mês de agosto.
A pesquisa ouviu, por telefone, 2.016 brasileiros, foi realizada entre os dias 8 e 10 de dezembro, tem uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e aponta que 37% dos entrevistados consideram o Governo Federal ótimo ou bom, enquanto 29% definem a administração Bolsonaro de regular. Para 32% dos brasileiros, o governo é péssimo. Entre os entrevistados, 3% não quiseram ou não souberam responder.
'QUANTO MAIS O DERROTADOS E INCONFORMADOS ATACAM O HOMEM, MAIS O HOMEM CRESCE.'
A Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) deflagrou, na manhã desta quarta-feira 09/12, uma operação para capturar um homem suspeito de envolvimento no homicídio do argentino Rodrigo Manuel Duartes 33 anos, ocorrido no mês passado. O homem de 18 anos foi capturado na cidade de Cruz e não reagiu ao momento da abordagem. A ofensiva policial foi desencadeada por equipes das delegacias municipais de Cruz e Jijoca de Jericoacoara, com apoio do Departamento de Polícia Judiciária do Interior Norte (DPJI Norte).
As investigações apontam que o suspeito, identificado como José Samuel do Nascimento Ferreira 18 anos, sem antecedentes criminais, em conjunto com outras pessoas, agrediu fisicamente a vítima após o argentino se envolver em uma confusão com outro homem. As agressões, conforme indicam as apurações, foram motivadas como uma espécie de castigo, determinado pelo grupo criminoso atuante na região, que não queria que a vítima e o outro envolvido na discussão com Rodrigo causassem confusão na área. O grupo não queria atrair a atenção da Polícia para a região.
A Polícia Civil segue em diligências em busca de capturar os demais envolvidos na ação criminosa. A população pode contribuir com as investigações repassando informações que auxiliem os trabalhos policiais. As denúncias podem ser feitas para o número (88) 3660-1436, da Delegacia Municipal de Cruz, ou para o WhatsApp da unidade policial pelo número (88) 99673-5794. O sigilo e o anonimato são garantidos.
O CRIME
A vítima, o argentino Rodrigo Manuel (33), que já morava no Ceará, estava em um bar na Praia do Preá, na cidade de Cruz, no último dia 4 de novembro, quando se envolveu em uma confusão. Na ocasião, ele foi agredido por indivíduos, que o golpearam com pedaços de madeira. Ele chegou a ser socorrido para uma unidade hospitalar em Cruz e transferido para um hospital em Sobral, mas foi a óbito três dias depois.
'PENA QUE POR CAUSA DAS NOSSAS LEIS, LOGO ESSE ASSASSINO, ESTARÁ NAS RUAS NOVAMENTE, LEVANDO PERIGO AO CIDADÃO DE BEM.'
Foram apreendidos aparelhos celulares, computadores e documentos relacionados a suspeitos de participação no assalto.
Uma operação da Polícia Federal cumpriu, nesta quarta-feira (9) um mandado de busca e apreensão em uma casa no município de Aracati, no Ceará em colaboração às investigações do assalto à agência do Banco do Brasil em Criciúma, no dia 1º de dezembro. A PF suspeita que a residência seja de um dos presos por indícios de envolvimento no crime.
No imóvel foram apreendidos aparelhos celulares, computadores e documentos relacionados a suspeitos de participação no assalto, que podem ser importantes para esclarecer os fatos e responsabilizar criminalmente os envolvidos.
Participaram da operação, a Força-Tarefa de Combate a Facções Criminosas (composta também pela Força Nacional e Departamento Penitenciário Nacional) e o Batalhão de Policiamento do Interior (Bepi) por meio do Comando Tático Rural (Cotar) e da Companhia de Operações de Divisas (COD).
ASSALTO A BANCO EM CRICIÚMA
Um intenso tiroteio assustou a população de Criciúma, município no sul de Santa Catarina, na madrugada desta terça-feira (1º). De acordo com a Polícia Militar do Estado, os disparos aconteceram durante uma série de assaltos simultâneos a bancos da cidade. Com informações do portal G1.
Até a publicação desta matéria, um policial e um vigilante foram feridos no confronto com os criminosos. Nas redes sociais, muitos vídeos e imagens viralizaram mostrando pessoas feitas reféns nas ruas. Além disso, os criminosos bloquearam vários pontos da cidade.
Mais de uma hora de tiros
As informações iniciais apontam que os primeiros relatos da ocorrência aconteceram por volta de meia-noite, e o tiroteio durou mais de uma hora. Os disparos foram ouvidos, principalmente, pela população da região central de Criciúma.
Os policiais militares relataram ainda que os suspeitos incendiaram o túnel de um município vizinho, Tubarão, com o objetivo de impedir a chegada de reforços da segurança pública, pois a passagem atacada dá acesso à Criciúma.
Mais de duas horas após os primeiros relatos, peritos foram às ruas para verificar a possibilidade de materiais explosivos abandonados durante a fuga. Depois dos ataques, o grupo criminoso teria abandonado, pelo menos, um malote de dinheiro.
FUGA EM COMBOIO E CARROS EM MILHARAL
Após as ações simultanêas, a quadrilha fugiu em um comboio. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram pelo menos 10 veículos usados pelos suspeitos para deixar a cidade. Os carros foram encontrados em um milharal dentro de uma propriedade privada no município de Nova Veneza, perto de Criciúma.
REFORÇO POLICIAL
O prefeito Clésio Salvaro (PSDB) disse, em entrevista à Rádio Gaúcha, que os reféns foram liberados. As pessoas que aparecem nas redes sociais eram funcionários do município que estavam fazendo pinturas de faixas na cidade. Ele ainda afirmou que os suspeitos chegaram a arrombar cofres e caixas eletrônicos; e que deve solicitar reforços para a polícia do Rio Grande do Sul.
Além do auxílio de outro Estado, agentes de municípios vizinhos, como Araranguá, Tubarão e Içara estão indo para dar apoio aos policiais de Criciúma.
No Twitter, rapidamente o nome do município entrou nos assuntos mais comentados do momento. Além de "Criciúma", outros termos relacionados à série de assaltos ganharam destaque, como por exemplo, "BAZUCA" — pois um vídeo mostra um assaltante portando essa arma durante a ação; e "La Casa de Papel", em referência à série espanhola da Netflix que retrata toda a dinâmica de um grupo criminoso ao assaltar dois bancos.
Fonte: Diário do Nordeste
'POR QUE SERÁ QUE BANDIDOS COMO ESSE, VEM SE REFUGIAR NO CEARÁ? A IMPRESSÃO QUE DAR É QUE AQUI ELES SE SENTEM A VONTADE, SEM SER INCOMODADO, QUE BOM QUE TEM A POLICIA FEDERAL PARA FAZER A DIFERENÇA.'
A Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu hoje 09/12 reconhecer que vigilantes, quer trabalhem armados ou não, têm direito à aposentadoria especial. A questão foi decidida durante o julgamento de três processos que tratavam do reconhecimento da contagem diferenciada do tempo de serviço para solicitar o benefício no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Apesar do entendimento, a União pode recorrer da decisão.
A discussão envolve o reconhecimento da periculosidade no exercício das atividades dos vigilantes. Até abril de 1995, era permitido o reconhecimento da periculosidade por meio de qualquer comprovação dos riscos da profissão. Porém, a partir da edição da Lei 9.032/1995 e do Decreto 2.172/1997, o enquadramento passou a ser conforme a comprovação de exposição a agentes nocivos. Dessa forma, os vigilantes não tiveram mais direito à aposentadoria especial e diversas ações foram protocoladas em todo o país em busca do reconhecimento da nocividade do trabalho.
Por unanimidade, o colegiado do STJ reconheceu o direito dos vigilantes à aposentadoria especial e definiu a seguinte tese, que poderá ser seguida em casos semelhantes:
“É admissível o reconhecimento da especialidade da atividade de vigilante, com ou sem arma de fogo, em data posterior a Lei 9.032/1995 e ao Decreto 2.172/1997, desde que haja comprovação da efetiva nocividade da atividade por qualquer meio de prova até 5 de março de 1997 (data do decreto) e, após essa data, mediante apresentação de laudo técnico ou elemento material equivalente para comprovar a permanente, não ocasional, nem intermitente, exposição a agente nocivo que coloque em risco a integridade física do segurado”.
Fonte: Agência Brasil
'SE ESTE PROJETO SE CONFIRMAR, FICO FELIZ, POR QUE ESTA CATEGORIA MERECE ESSE RECONHECIMENTO.'
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