Nesse eu confio

quinta-feira, 5 de abril de 2018

COMUNIDADE DO BAIRRO DO TAMARINDO RESGATA UMA TRADIÇÃO QUE ESTÁ DANDO CERTO - DERRUBADA DO JUDAS, VEJA VÍDEO E FOTOS

Em tempos outrora na "Semana Santa", a derrubada do Judas, era um dos eventos que mais animava a cidade de Sobral, em quase todos os bairros tinha um Judas para derrubar, alguns deles representando alguma "personalidade conhecida e odiada pelo povo", e desde o ano passado a Associação do Bairro do Tamarindo com a ajuda do saudoso Djalma Oliveira, ressuscitou esta tradição e está dando muito certo, é muito importante eventos como esse, anima o bairro, provoca a interação dos moradores, tudo em prol da coletividade e diversão dos moradores, o vencedor desta edição foi o jovem Ivanildo, funcionário do empresário Branco Compressores, antes da derrubada do Judas teve outras brincadeiras, e para mim a mais engraçada foi a competição da melancia, a campeã era a pessoa que comesse mais rápido um pedaço de Melancia, competiram a conhecida "Abelha", a Claudia moradora antiga do bairro, e a recente chegada no bairro "Negona Braga", que com sua simplicidade e simpatia conquistou a amizade do povo do tamarindo, a campeã foi a Negona, parabenizo meu amigo Luciedson Fernandes, seu vice Cassaco e toda sua diretoria pelo evento, a cada ano com certeza irá ficando cada vez melhor, vou ficar devendo para vocês o vídeo da derrubada do Judas e a imagem do vencedor, me empolguei filmando a competição da Melancia.

                                                                         












"A UNIÃO FAZ A FORÇA, A AMIZADE ESTÁ ACIMA DE TUDO."

POSTADO POR: LUCIANO MELO - 05/04/2018

NOMEAÇÃO DOS 85 NOVOS GUARDAS MUNICIPAIS DA CIDADE DE SOBRAL

                                

85 novos Guardas Municipais tomarão posse na próxima terça-feira (3), em Sobral
Os classificados no último concurso realizado para Guarda Civil Municipal de Sobral (GCMS) tomarão posse de seus cargos na próxima terça-feira (3), numa solenidade marcada para as 19h, na Boulevard do Arco no centro de Sobral.
Com a nova convocação, a GCMS passa a contar com 227 homens e mulheres que terão como principal atribuição zelar pelo patrimônio público, bens e serviços e servir bem a comunidade. Para isso, já foram treinados no ano passado num curso de capacitação de três meses de duração.
Os novos guardas já deve se apresentar oficialmente para o trabalho no dia seguinte a formatura de posse, para somar nessa nova etapa e reforçar o trabalho que já vem sendo desenvolvido no Município. 

Fonte: Blog Célio Brito

"PARABÉNS AOS NOVOS GUARDAS PELA APROVAÇÃO E MUITO BOA SORTE AOS MESMOS EM SUA NOVA CAREIRA."

POSTADO POR: LUCIANO MELO - 05/04/2018

AEROPORTO DE JERICOACOARA PASSA POR INSPEÇÃO

                                   

O Aeroporto de Jericoacoara, no Litoral Norte, tem, atualmente, voos para Recife (PE), Campinas (SP), Congonhas (SP) e Guarulhos (SP). Agora, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) confirmou a emissão de documento de certificação após a inspeção do aeroporto. Foram avaliados itens como infraestrutura, terminal de passageiros, pista e equipamentos de segurança. Com a certificação definitiva, agora, estamos a um passo para operar voos internacionais. É mais turismo e mais economia para o nosso Ceará. 

Foto: Marcos Studart

"ESSE SAIU DO PAPEL, O DE SOBRAL PARECE QUE FICOU SÓ NA PROMESSA".

POSTADO POR: LUCIANO MELO - 05/04/2018

NO ÚLTIMO DIA 2 ACONTECEU UMA AUDIÊNCIA PÚBLICA NA CÂMARA DE SOBRAL SOBRE O AUTISMO

                                                       

           

    






Segunda-Feira 02/04, realizou-se através do mandato do vereador Romário Araújo uma audiência pública em alusão ao Dia Mundial de Conscientização do Autismo. Chamamos atenção a várias instituições públicas e movimentos sociais da cidade sobre a pauta da inclusão de pessoas com autismo na nossa cidade.

Inclusão também é uma das bandeiras do mandato do vereador Romário Araújo!

                                               

"O AUTISMO NÃO É CONTAGIOSO, O PRECONCEITO SIM."

Fonte: João Vitor Paiva

POSTADO POR: LUCIANO MELO - 05/04/2018

VEREADOR ROMÁRIO ARAÚJO CONSEGUE APROVAR PROJETO QUE BENEFICIARÁ A JUVENTUDE DE SOBRAL

                                            

Em mais uma ação de seu mandato pela juventude sobralense, o vereador Romário Araújo, conseguiu aprovar um projeto de lei que estabelece a realização anual da Semana da Juventude, entre os dias 12 a 17 de agosto, com programações, conferência municipal e homenagens a jovens que se destaquem no protagonismo juvenil sobralense.

Somos jovens e caminhamos na esperança de um futuro melhor!

                                    Nenhum texto alternativo automático disponível.

"O VEREADOR ROMÁRIO ARAÚJO,VEM MOSTRANDO SEU COMPROMETIMENTO COM A JUVENTUDE DE SOBRAL, TENTANDO E BUSCANDO INCENTIVOS PARA A GAROTADA, SABEMOS QUE ISTO É MUITO IMPORTANTE NO ASPECTO SOCIAL, A JUVENTUDE PRECISA DE APOIO, TENDO APOIO E ATENÇÃO OS JOVENS DIFICILMENTE IRÃO SEGUIR UM CAMINHO CONTRÁRIO DO QUE ESPERA SEUS PAIS, É IMPORTANTE ESSA DINÂMICA SOCIAL, NOSSA CIDADE PRECISA DISSO, PARABÉNS AO VEREADOR E SUA EQUIPE."

Fonte: João Vitor Paiva

POSTADO POR: LUCIANO MELO - 05/04/2018


ROSA WEBER VOTA CONTRA LULA E JULGAMENTO DEVE ACABAR EM 6 X 5

                      

Voto mais aguardado do julgamento, Rosa Weber se manifesta contra habeas corpus do ex-presidente Lula. Seguindo a lógica, julgamento caminha para acabar em 6 a 5
Voto considerado de “minerva”, a ministra Rosa Weber deu o seu posicionamento contrário ao Habeas Corpus preventivo do ex-presidente, permitindo que Lula seja preso enquanto responde ao processo triplex em outras instâncias, por volta das 19h25 desta quarta (04).
Ainda faltam os votos de seis ministros, mas dois deles já são considerados contra o pedido do ex-presidente: o de Luiz Fux e o da presidente do STF, Cármen Lúcia, completando assim a maioria de seis do plenário de 11 ministros.
Oficialmente, até o momento, o placar está 4 x 1. O relator Edson Fachin negou o recurso, Gilmar Mendes abriu divergência e defendeu que o Supremo aproveite a oportunidade para reverter o atual entendimento sobre prisão em segunda instância.
A presidente da Corte, Cármen Lúcia, suspendeu a sessão por 30 minutos após demonstrar contrariedade com a ideia de Gilmar. No retorno, Alexandre de Moraes acompanhou Fachin e criou tensão no Plenário com Marco Aurélio. Barroso seguiu o voto do relator e de Moraes. E Rosa Weber seguiu a maioria.


UM RESUMO DO JULGAMENTO ATÉ AGORA:

                                                  O VOTO DE FACHIN

Primeiro a votar, o ministro relator Edson Fachin negou o recurso de Lula. Ao iniciar o seu voto, Fachin falou que o HC de Lula não tem relação com as demais ações que tramitam no Supremo e pedem a revisão da prisão em segunda instância. O ministro tenta, assim, afastar que uma possível derrota de seu relatório – contra a liberdade de Lula – tenha impacto direto na revisão do entendimento até agora da Suprema Corte.
O ministro também tentou afastar que o seu entendimento não contemple considerações no âmbito dos direitos humanos: “Rechaço a pecha de que essa Suprema Corte, ao julgar o Habeas Corpus, teria sucumbido aos anseios de uma criticável sociedade punitivista, comprimindo os direitos humanos em um ambiente de histeria, como se alegou. Refuto esta pecha também pelo intento que se coloca como busca de racionalidade do sistema penal, que passa pela compreensão dos direitos humanos”.
Para ele, a análise do atual caso teria relação com a resposta de condenações anteriores do Brasil em Cortes internacionais, que fizeram com o que o país passe a oferecer respostas mais rápidas às vítimas, ao deflagrarem a omissão do Judiciário em julgar estes casos.
A linha defendida pelo relator foi a de que o tipo de recurso ingressado por Lula não foi o adequado, porque ele por si só não seria suficiente para modificar o que já foi definido em Plenário. Para Fachin, a jurisprudência do STF só deve ser alterada por meio de ação declaratória de constitucionalidade (ADCs).
“Não verifico a ilegalidade”, disse o relator Edson Fachin. Nesse sentido, afirmou que a competência para autorizar a prisão de condenados é do Tribunal Regional Federal da 4a. Região (TRF-4) e denegou o pedido da defesa de Lula.
O voto de Gilmar
Gilmar Mendes deu início à leitura de seu voto defendendo que a discussão do HC de Lula deixasse de ser subjetiva – ou seja, que focasse no sujeito – para ser objetiva, com repercussão geral.
“Estamos decidindo o caso com cetteza, mas estamos decidindo o tema, e estamos decidindo no plenário. Não há outro espaço. Não há porque denegar o habeas corpus e conceber a ADC. Não faz nenhum sentido porque estamos decidindo o tema. (…) Há muito se indicava a necessidade do debate e essa questão agora se impôs por acidentabilidade do destino e em sede de habeas corpus.”
Segundo Gilmar, em 2016, quando defendeu a prisão em segunda instância, a maioria dos ministros não considerou que a orientação seria aplicada automaticamente. “O ministro Teori, com sua honestidade intelectual, falava em ‘possibilidade’ de execução provisória de pena]. (…) Só dois [ministros] entenderam que havia algum imperativo categórico. Os demais trabalhavam na ideia de possibilidade.”
Gilmar considerou um erro que o entendimento venha sendo aplicado, desde então, em todos os casos, independente da natureza dos crimes julgados e das penas.
Após disparar contra a pressão da grande mídia e contra a Lava Jato, o ministro defendeu a tese do “trânsito em julgado progressivo”, que permite que a execução da pena seja autorizada (e não tornada obrigatória) a partir do momento em que os recursos se esgotarem no Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Cármen Lúcia contrariada
Após o voto de Gilmar, a ministra Cármen Lúcia suspendeu a sessão por 30 minutos. Ela demonstrou contrariedade com a ideia de que o HC de Lula substitua o julgamento das ADCs sob a relatoria de Marco Aurélio Mello e seja usado para reverter a prisão em segunda instância.
Os ministros Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio e Luiz Fux apoiaram Gilmar. Mesmo contra a admissão do HC de Lula, Fux disse que não é possível julgar este caso “no vácuo”. Lewandowski ainda lembrou que foi o próprio Edson Fachin que abriu essa possibilidade quando enviou o recurso para o plenário da Corte, e não para a segunda turma.
O voto de Alexandre de Moraes
Sem se ater a muitos detalhes, desdobramentos ou mesmo questionamentos levantados pela defesa do ex-presidente Lula e também pelo ministro Marco Aurélio Melo, Alexandre de Moraes orientou seu voto em uma única linha: se fosse a favor do recurso, estaria afirmando que a decisão tomada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), que negou o Habeas Corpus de Lula em março, foi ou abuso de poder ou ilegal.
“A pergunta é: houve ou não ato ilegal do Superior Tribunal de Justiça. Porque só se permite [questionar agora] quando houver ilegalidade ou abuso de poder”, disse o ministro.
“Esse ato [decisão do STJ em março] foi baseado integralmente no posicionamento atual, majoritário é verdade, dessa Suprema Corte e, mais do que isso, posicionamento atual, e eu diria nesses 4 anos de vigência da Constituição, tradicional desta Corte. É possivel considerar uma decisão judicial dada pelo STJ baseada integralmente em decisões e posicionamento atual do STF, tradicional, pode ser considerado ilegal ou abusivo?”, questionou.
Neste momento, o ministro Marco Aurélio interrompeu, lembrando que o entendimento do Supremo era outro. Moraes fez, então, uma estatística como o faz um representante do Executivo ao citar dados de Segurança Pública. Entrando depois em contradição:
“Obviamente, a interpretação constitucional não é feita com base em estatísticas, a posição da maioria nem sempre é melhor do que a da minoria, mas é importante se colocar que não só seja 3/4 da vigência da Constituição, mais 3/4 dos ministros que compuseram sempre defenderam a possibilidade da execução provisória da pena”.
Conflitos com Moraes
Em diversos momentos, o ministro Alexandre de Moraes foi interrompido por questionamentos do ministro Marco Aurélio Mello, seja lembrando de casos anteriores de julgamentos da Suprema Corte, seja para mencionar trechos da própria Constituição.
Em um dos argumentos para negar o recurso a Lula, Moraes citou que Convenções Internacionais, apesar de defenderem a presunção de inocência, não rejeitam a prisão a partir da segunda instância. “Mas a Constituição brasileira impede”, lembrou Marco Aurélio. “Ao seu ver, ministro”, respondeu, rispidamente, Alexandre de Moraes.
Ao final, a defesa de Lula ressaltou que o ministro fez o seu voto com base apenas em um dos pontos questionados pelo pedido de Habeas Corpus, não respondendo ou trazendo outros argumentos. “Talvez porque o nobre advogado tenha ficado conversando, ele não tenha ouvido as duas colocações, uma vez que foi dito, e aqui repito, os requisitos para a prisão provisoria são mais definitivos e maiores do que os requisitos para a prisão preventiva”, disse Moraes, interrompendo o advogado de Lula e mostrando-se irritado.

                                                   O VOTO DE BARROSO

O ministro Luis Roberto Barroso seguiu o voto de Alexandre de Moraes e defendeu que não há nenhuma ilegalidade na Súmula do STJ que foi usado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região para projetar a prisão de Lula tão logo estiverem esgotados os recursos em segunda instância.
Barroso fez um discurso contra o uso exaustivo de recursos por parte de réus endinherados, ao passo em que o sistema carcerário brasileiro está superlotado de “meninos da maconha” que cumprem pena por crimes menores. Na visão do ministro, a prisão em segunda instância corrige essa “injustiça”, pois não pode ser considerado natural que corruptos permaneçam impunes, “abalando a respeitabilidade da Justiça”.
O ministro ainda disse que o papel do Supremo, neste julgamento, não é o de revisar a sentença que Sergio Moro proferiu contra Lula no caso triplex, mas apenas julgar de cabe ao ex-presidente a mesma jurisprudência usada pela Corte em qualquer outro processo.
Antes de concluir, Luís Roberto Barroso já adiantava que concordava com Fachin e Moraes.
Clique aqui e veja o que acontece com Lula após o julgamento do STF.

"ROSA WEBER E CARMEN LÚCIA, MERECEM MEU RESPEITO, O BRASIL E O STF PRECISAM DE MULHERES NOBRES COMO ESSAS."

POSTADO POR: LUCIANO MELO - 04/04/2018

TERROR: BANDIDOS FUZILAM HOMEM COM VÁRIOS TIROS DE ESCOPETA E PISTOLA NO CENTRO DE SOBRAL, VÍDEOS DO LOCAL

                                                        


       




Um homem foi executado na manhã desta quinta-feira, dia 05/04, na rua Coronel José Inácio, no centro de Sobral, o nome da vítima é Valdeci Nunes do Santos, 47 anos, conhecido como ''Valter das Porcas'' ou "Valter Corretor, Segundo informações, a vitima estava jogando baralho, em dado momento parou um gol e dele desceu dois elementos fortemente armados, e começaram a atirar na vitima que foi atingida por aproximadamente 30 tiros, na cena do crime foram encontradas capsulas de pistolas e espingarda calibre 12, caracterizando assim uma execução, os elementos fugiram, tomando rumo ignorado. Na fuga, os assassinos tomaram de assalto na rua Pintor Lemos, outro carro e lá abandonaram o carro que eles usaram no crime, os assassinos deixaram no local um carro gol branco com placas de horizonte - CE.

                                         
                              Carro abandonado pelos bandidos na Rua Pintor Lemos

                    Os policiais estão em diligência na tentativa de capturar os assassinos.






"O VALTER DAS PORCAS", ERA MUITO CONHECIDO NA CIDADE DE SOBRAL, A FORMA COMO O EXECUTARAM É CARACTERÍSTICA DE EXECUÇÃO, OS BANDIDOS USARAM ARMAS SE GROSSO CALIBRE E DESCARREGARAM AS DUAS PARA TER CERTEZA QUE A VITIMA NÃO SOBREVIVERIA, SOBRAL ESTÁ COMO FORTALEZA, VIOLÊNCIA SEM CONTROLE."

POSTADO POR: LUCIANO MELO - 05/04/2018

quarta-feira, 4 de abril de 2018

HOMEM É EXECUTADO COM APROXIMADAMENTE 30 TIROS NO POSTO DE COMBUSTÍVEL 4.4 EM SOBRAL

   

   

   

   

   

   

Por volta das 13h30 desta quarta-feira (4), um homem identificado por Wanderley Portela de Aguiar foi executado com uma rajada de balas, aproximadamente 30 tiros. A vítima foi assassinada nas dependências do posto de combustível 44 (Jaburuna) às margens da BR 222.

Os criminosos fugiram em rumo ignorado.

Equipes da Polícia Civil e Militar estiveram no local da ocorrência, realizando os primeiros levantamentos.

Uma equipe da Perícia Forense realizou os trabalhos periciais e encaminhou o corpo para o IML.

   

A vítima tinha 34 anos, era natural de Planaltina/DF, morava na Fazenda Cachoeira, município de Coreaú. Wanderley tinha várias passagens pela polícia.

A Polícia Civil de Sobral abriu um inquérito policial para apurar o homicídio.

Vale salientar que em Sobral já foram registrados 19 homicídios dolosos contra a vida.

   

Fonte: Sobral 24 horas / R. Soares

" NA MINHA OPINIÃO, CARACTERISTICAS DE VINGANÇA E EXECUÇÃO."

POSTADO POR: LUCIANO MELO - 04/04/2018

CHUVA DE BALAS NO RESIDENCIAL NOVA CAIÇARA DEIXA UMA PESSOA BALEADA

   

Por volta das 22h, desta terça-feira, 3, um intenso tiroteio assustou moradores do Residencial Nova Caiçara em Sobral. O bairro não registrava ocorrências policiais desde a chegada da Unidade de Segurança (Uniseg) ao local. 

De acordo com informações de testemunhas, um homem foi atingindo por tiros. A Polícia Militar não confirmou se houve uma troca de tiros com a vítima. Um revólver foi encontrado no chão ao lado do corpo do homem. 

Cerca de quatro viaturas da PM e equipes de patrulhamento do RAIO estiveram no local. O homem ferido foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para o Hospital Santa Casa de Sobral. A unidade hospitalar não divulgou o estado de saúde da vítima.

Fonte: SPN

"A BANDIDAGEM TOMOU CONTA DE SOBRAL."

POSTADO POR: LUCIANO MELO - 04/04/2018

domingo, 1 de abril de 2018

A PÁSCOA NA VISÃO ESPIRITA

                           
                           Páscoa é uma palavra hebraica que significa “libertação”.

Esta festa surgiu para comemorar a libertação do povo hebreu da escravidão do Egito, através de Moisés.
Assumida pelos cristãos (católicos), a Páscoa Cristã é para eles, a lembrança de que Deus liberta seu povo dos “pecados” (erros), através de Jesus Cristo, novo cordeiro pascal. A comemoração acontece na época em que se lembra a crucificação de Jesus. Começa, infelizmente, após o término do carnaval, onde muitos já transgrediram Seus ensinamentos e termina no domingo onde Ele ressurgiu dos “mortos” para mostrar que Ele continua vivo e aguardando que O sigamos.
“Cristo é a nossa Páscoa (libertação), pois Ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” – (João, 1:29). João usou o termo Cordeiro, porque usava-se na época de Moisés, sacrificar um cordeiro para agradar á Deus. Portanto, dá-se a ideia de que, Deus sacrificou Jesus para nos libertar dos pecados. Mas para nos libertarmos dos “pecados”, ou seja, dos nossos erros, das nossas falhas morais, devemos estar dispostos a contribuir, utilizando os ensinamentos do Cristo como nosso guia. Porque Jesus não morreu para nos salvar; Jesus viveu para nos mostrar o caminho da salvação. Esta palavra “salvação”, segundo Emmanuel, vale por “reparação”, “restauração”, “refazimento”. Portanto, “salvação” não é ganhar o reino dos céus; não é o encontro com o paraíso após a morte; salvação é “libertação” de compromisso; é regularização de débitos.
Como diz a bandeira do Espiritismo: “Fora da Caridade não há Salvação”. Então, fora da prática do amor (caridade) de uns pelos outros, não estaremos salvos, livres das complicações criados por nós mesmos, através de brigas, violência, exploração, desequilíbrios, frustrações e muitos outros problemas que fazem a nossa infelicidade. Portanto, aproveitemos mais esta data, para revermos os pedidos do Cristo, para “renovarmos” nossas atitudes.
Como disse Celso Martins, no livro “Em busca do homem novo”, baseando-se nas palavras de Paulo de Tarso, em 4 ef. vs. 22/23 : “Que surja o homem novo a partir do homem velho. Que do homem velho, coberto de egoísmo, de orgulho, de vaidade, de preconceito, ou seja, coberto de ignorância e inobservância com relação às leis morais, possa surgir, para ventura de todos nós, o homem novo, gerado sob o influxo revitalizante das palavras e dos exemplos de Jesus Cristo, o grande esquecido por muitos de nós, que se agitam na sociedade tecnológica, na atual civilização dita e havida como cristã. Que este homem novo seja um soldado da paz neste mundo em guerras. Um lavrador do bem neste planeta de indiferença e insensibilidade. Um paladino da justiça neste orbe de injustiças sociais e de tiranias econômicas, políticas e/ou militares.
Um defensor da verdade num plano onde imperam a mentira e o preconceito tantas vezes em conluios sinistros com as superstições, as crendices e o fanatismo irracional. Que este homem novo, anseio de todos nós, seja um operário da caridade, como entendia Jesus: benevolência para com todos, perdão das ofensas, indulgência para com as imperfeições alheias.”
Por isso, nós Espíritas, podemos dizer que, comemoramos a páscoa todos os dias.
A busca desta “libertação” e/ou “renovação” é diário, e não somente no dia e mês pré determinado.
Queremos nos livrar deste homem velho. Mas respeitamos a cultura e os costumes dos povos em geral, que ainda necessita de rituais. Que ainda dá maior importância para o coelhinho, o chocolate, o bacalhau, etc., do que renovar-se. Que acha desrespeito comer carne vermelha no dia em que o Cristo é lembrado na cruz. Sem se dar conta que o desrespeito está em esquecer-se Dele, nos outros 364 dias do ano, quando odiamos, não perdoamos, lesamos o corpo físico com bebidas alcoólicas, cigarro, comidas em excesso, drogas, sexo desregrado, enganamos o próximo, maltratamos os animais, a natureza, quando abortamos, etc. Aliás, fazemos na páscoa o que fazemos no Natal. Duas datas para reflexão e início de renovação nas atitudes. Mas que confundimos, infelizmente, com presentes, festas, comidas, etc.
Portanto, quando uma instituição espírita se propõe a distribuir ovos de páscoa aos carentes não significa que esteja comemorando esse dia, apenas está cumprindo o preceito de caridade, distribuindo um pouco de alegria aos necessitados. Aproveitando a ocasião para esclarecer o pensamento da Doutrina sobre a data.

Texto de Rudymara

                           

                                           
                                                        Visão Espírita da Páscoa

O Espiritismo não celebra a Páscoa, mas respeita as manifestações de religiosidade das diversas igrejas cristãs, e também não proíbe que seus adeptos manifestem sua religiosidade.
Páscoa, ou Passagem, simboliza a libertação do povo hebreu da escravidão sofrida durante séculos no Egito, mas no Cristianismo comemora a ressurreição do Cristo, que se deu na Páscoa judaica do ano 33 da nossa era, e celebra a continuidade da vida.
O Espiritismo, embora sendo uma Doutrina Cristã, entende de forma diferente alguns dos ensinamentos das Igrejas Cristãs. Na questão da ressurreição, para nós, espíritas, Jesus apareceu à Maria de Magdala e aos discípulos, com seu corpo espiritual, que chamamos de perispírito. Entendemos que não houve uma ressurreição corporal, física. Jesus de Nazaré não precisou derrogar as leis naturais do nosso mundo para firmar o seu conceito de missionário. A sua doutrina de amor e perdão é muito maior que qualquer milagre, até mesmo a ressurreição.
Isto não invalida a Festa da Páscoa se a encararmos no seu simbolismo. A Páscoa Judaica pode ser interpretada como a nossa libertação da ignorância, das mazelas humanas, para o conhecimento, o comportamento ético-moral. A travessia do Mar Vermelho representa as dificuldades para a transformação. A Páscoa Cristã, representa a vitória da vida sobre a morte, do sacrifício pela verdade e pelo amor. Jesus de Nazaré demonstrou que pode-se Executar homens, mas não se consegue matar as grandes idéias renovadoras, os grandes exemplos de amor ao próximo e de valorização da vida.
Como a Páscoa Cristã representa a vitória da vida sobre a morte, queremos deixar firmado o conceito que aprendemos no Espiritismo, que a vida só pode ser definida pelo amor, e o amor pela vida. Foi por isso que Jesus de Nazaré afirmou que veio ao mundo para que tivéssemos vida em abundância, isto é, plena de amor.

Autor: Amilcar Del Chiaro Filho

                                  
                                                            Visão Espírita da Páscoa
                                                              (*Marcelo Henrique*)

Eis-nos, uma vez mais, às vésperas de mais uma Páscoa. Nosso pensamento e nossa emoção, ambos cristãos, manifestam nossa sensibilidade psíquica. Deixando de lado o apelo comercial da data, e o caráter de festividade familiar, a exemplo do Natal, nossa atenção e consciência espíritas requerem uma explicação plausível do significado da data e de sua representação perante o contexto filosófico-científico-moral da Doutrina Espírita.
Deve-se comemorar a Páscoa? Que tipo de celebração, evento ou homenagem é permitida nas instituições espíritas? Como o Espiritismo visualiza o acontecimento da paixão, crucificação, morte e ressurreição de Jesus? Em linhas gerais, as instituições espíritas não celebram a Páscoa, nem programam situações específicas para “marcar” a data, como fazem as demais religiões ou filosofias “cristãs”. Todavia, o sentimento de religiosidade que é particular de cada ser-Espírito, é, pela Doutrina Espírita, respeitado, de modo que qualquer manifestação pessoal ou, mesmo, coletiva, acerca da Páscoa não é proibida, nem desaconselhada.
O certo é que a figura de Jesus assume posição privilegiada no contexto espírita, dizendo-se, inclusive, que a moral de Jesus serve de base para a moral do Espiritismo. Assim, como as pessoas, via de regra, são lembradas, em nossa cultura, pelo que fizeram e reverenciadas nas datas principais de sua existência corpórea (nascimento e morte), é absolutamente comum e verdadeiro lembrarmo-nos das pessoas que nos são caras ou importantes nestas datas. Não há, francamente, nenhum mal nisso. Mas, como o Espiritismo não tem dogmas, sacramentos, rituais ou liturgias, a forma de encarar a Páscoa (ou a Natividade) de Jesus, assume uma conotação bastante peculiar. Antes de mencionarmos a significação espírita da Páscoa, faz-se necessário buscar, no tempo, na História da Humanidade, as referências ao acontecimento.
A Páscoa, primeiramente, não é, de maneira inicial, relacionada ao martírio e sacrifício de Jesus. Veja-se, por exemplo, no Evangelho de Lucas (cap. 22, versículos 15 e 16), a menção, do próprio Cristo, ao evento: “Tenho desejado ansiosamente comer convosco esta Páscoa, antes da minha paixão. Porque vos declaro que não tornarei a comer, até que ela se cumpra no Reino de Deus.” Evidente, aí, a referência de que a Páscoa já era uma “comemoração”, na época de Jesus, uma festa cultural e, portanto, o que fez a Igreja foi “aproveitar-se” do sentido da festa, para adaptá-la, dando-lhe um novo significado, associando-o à “imolação” de Jesus, no pós-julgamento, na execução da sentença de Pilatos.
Historicamente, a Páscoa é a junção de duas festividades muito antigas, comuns entre os povos primitivos, e alimentada pelos judeus, à época de Jesus. Fala-se do “pesah”, uma dança cultural, representando a vida dos povos nômades, numa fase em que a vinculação à terra (com a noção de propriedade) ainda não era flagrante. Também estava associada à “festa dos ázimos”, uma homenagem que os agricultores sedentários faziam às divindades, em razão do início da época da colheita do trigo, agradecendo aos Céus, pela fartura da produção agrícola, da qual saciavam a fome de suas famílias, e propiciavam as trocas nos mercados da época. Ambas eram comemoradas no mês de abril (nisan) e, a partir do evento bíblico denominado “êxodo” (fuga do povo hebreu do Egito), em torno de 1441 a.C., passaram a ser reverenciadas juntas. É esta a Páscoa que o Cristo desejou comemorar junto dos seus mais caros, por ocasião da última ceia. Logo após a celebração, foram todos para o Getsêmani, onde os discípulos invigilantes adormeceram, tendo sido o palco do beijo da traição e da prisão do Nazareno.
Mas há outros elementos “evangélicos” que marcam a Páscoa. Isto porque as vinculações religiosas apontam para a quinta e a sexta-feira santas, o sábado de aleluia e o domingo de páscoa. Os primeiros relacionam-se ao “martírio”, ao sofrimento de Jesus – tão bem retratado neste último filme hollyodiano (A Paixão de Cristo, segundo Mel Gibson) –, e os últimos, à ressurreição e a ascensão de Jesus. No que concerne à ressurreição, podemos dizer que a interpretação tradicional aponta para a possibilidade da mantença da estrutura corporal do Cristo, no post-mortem, situação totalmente rechaçada pela ciência, em virtude do apodrecimento e deterioração do envoltório físico. As Igrejas cristãs insistem na hipótese do Cristo ter “subido aos Céus” em corpo e alma, e fará o mesmo em relação a todos os “eleitos” no chamado “juízo final”. Isto é, pessoas que morreram, pelos séculos afora, cujos corpos já foram decompostos e reaproveitados pela terra, ressurgirão, perfeitos, reconstituindo as estruturas orgânicas, do dia do julgamento, onde o Cristo, separará justos e ímpios.
A lógica e o bom-senso espíritas abominam tal teoria, pela impossibilidade física e pela injustiça moral. Afinal, com a lei dos renascimentos, estabelece-se um critério mais justo para aferir a “competência” ou a “qualificação” de todos os Espíritos. Com “tantas oportunidades quanto sejam necessárias”, no “nascer de novo”, é possível a todos progredirem. Mas, como explicar, então as “aparições” de Jesus, nos quarenta dias póstumos, mencionadas pelos religiosos na alusão à Páscoa? A fenomenologia espírita (mediúnica) aponta para as manifestações psíquicas descritas como mediunidades.
Em algumas ocasiões, como a conversa com Maria de Magdala, que havia ido até o sepulcro para depositar algumas flores e orar, perguntando a Jesus – como se fosse o jardineiro – após ver a lápide removida, “para onde levaram o corpo do Raboni”, podemos estar diante da “materialização”, isto é, a utilização de fluido ectoplásmico – de seres encarnados – para possibilitar que o Espírito seja visto (por todos). Igual circunstância se dá, também, no colóquio de Tomé com os demais discípulos, que já haviam “visto” Jesus, de que ele só acreditaria, se “colocasse as mãos nas chagas do Cristo”.
E isto, em verdade, pelos relatos bíblicos, acontece. Noutras situações, estamos diante de uma outra manifestação psíquica conhecida, a mediunidade de vidência, quando, pelo uso de faculdades mediúnicas, alguém pode ver os Espíritos.
A Páscoa, em verdade, pela interpretação das religiões e seitas tradicionais, acha-se envolta num preocupante e negativo contexto de culpa. Afinal, acredita-se que Jesus teria padecido em razão dos “nossos” pecados, numa alusão descabida de que todo o sofrimento de Jesus teria sido realizado para “nos salvar”, dos nossos próprios erros, ou dos erros cometidos por nossos ancestrais, em especial, os “bíblicos” Adão e Eva, no Paraíso. A presença do “cordeiro imolado”, que cumpre as profecias do Antigo Testamento, quanto à perseguição e violência contra o “filho de Deus”, está flagrantemente aposta em todas as igrejas, nos crucifixos e nos quadros que relatam – em cores vivas – as fases da via sacra.
Esta tradição judaico-cristã da “culpa” é a grande diferença entre a Páscoa tradicional e a Páscoa espírita, se é que esta última existe. Em verdade, nós espíritas devemos reconhecer a data da Páscoa como a grande – e última lição – de Jesus, que vence as iniquidades, que retorna triunfante, que prossegue sua cátedra pedagógica, para asseverar que “permaneceria eternamente conosco”, na direção bussolar de nossos passos, doravante.
Nestes dias de festas materiais e/ou lembranças do sofrimento do Rabi, possamos nós encarar a Páscoa como o momento de transformação, a Vera evocação de liberdade, pois, uma vez despojado do envoltório corporal, pôde Jesus retornar ao Plano Espiritual para, de lá, continuar “coordenando” o processo depurativo de nosso orbe. Longe da remissão da celebração de uma festa pastoral ou agrícola, ou da libertação de um povo oprimido, ou da ressurreição de Jesus, possa ela ser encarada por nós, espíritas, como a vitória real da vida sobre a morte, pela certeza da imortalidade e da reencarnação, porque a vida, em essência, só pode ser conceituada como o amor, calcado nos grandes exemplos da própria existência de Jesus, de amor ao próximo e de valorização da própria vida.
Nesta Páscoa, assim, quando estiveres junto aos teus mais caros, lembra-te de reverenciar os belos exemplos de Jesus, que o imortalizam e que nos guiam para, um dia, também estarmos na condição experimentada por ele, qual seja a de “sermos deuses”, “fazendo brilhar a nossa luz”. Comemore, então, meu amigo, uma “outra” Páscoa. A sua Páscoa, a da sua transformação, rumo a uma vida plena.

Diretor de Política e Metodologias de Comunicação, da Abrade (Associação Brasileira de Divulgadores do Espiritismo) e Delegado da CEPA (Confederação Espírita Pan-Americana) para a Grande Florianópolis-SC.

                             
                                         Os Simbolismos da Páscoa e o Espiritismo

A palavra Páscoa tem origem em dois vocábulos hebraicos: um, derivado do verbo pasah, quer dizer “passar por cima” (Êxodo, 23: 14-17), outro, traz raiz etimológica de pessach (ou pasha, do grego) indica apenas “passagem”. Trata-se de uma festa religiosa tradicionalmente celebrada por judeus e por católicos das igrejas romana e ortodoxa, cujo significado é distinto entre esses dois grupos religiosos.
No judaísmo, a Páscoa comemora dois gloriosos eventos históricos, ambos executados sob a firme liderança de Moisés: no primeiro, os judeus são libertados da escravidão egípcia, assinalada a partir da travessia no Mar Vermelho (Êxodo, 12, 13 e 14). O segundo evento caracteriza a vida em liberdade do povo judeu, a formação da nação judaica e a sua organização religiosa, culminada com o recebimento do Decálogo ou Os Dez Mandamentos da Lei de Deus (Êxodo 20: 1 a 21). As festividades da Páscoa judaica duram sete dias, sendo proibida a ingestão de alimentos e bebidas fermentadas durante o período. Os pães asmos (hag hammassôt), fabricados sem fermento, e a carne de cordeiro são os alimentos básicos.
A Páscoa católica, festejada pelas igrejas romana e ortodoxa, refere-se à ressurreição de Jesus, após a sua morte na cruz (Mateus, 28: 1-20; Marcos, 16: 1-20; Lucas, 24: 1-53; João, 20: 1-31 e 21: 1-25). A data da comemoração da Páscoa cristã, instituída a partir do século II da Era atual, foi motivo de muitos debates no passado. Assim, no primeiro concílio eclesiástico católico, o Concílio Nicéia, realizado em 325 d.C, foi estabelecido que a Páscoa católica não poderia coincidir com a judaica. A partir daí,a Igreja de Roma segue o calendário Juliano (instituído por Júlio César), para evitar a coincidência da Páscoa com o Pessach. Entretanto, as igrejas da Ásia Menor, permaneceram seguindo o calendário gregoriano, de forma que a comemoração da Páscoa dos católicos ortodoxos coincide, vez ou outra, com a judaica.[1]
Os cristãos adeptos da igreja reformada, em especial a luterana, não seguem os ritos dos católicos romanos e ortodoxos, pois não fazem vinculações da Páscoa com a ressurreição do Cristo. Adotam a orientação mais ampla de que há, com efeito, apenas uma ceia pascoal, uma reunião familiar, instituída pelo próprio Jesus (Mateus 26:17-19; Marcos 14:12-16; Lucas 22:7-13) no dia da Páscoa judaica.[2] Assim, entendem que não há porque celebrar a Páscoa no dia da ressurreição do Cristo. Por outro, fundamentados em certas orientações do apóstolo Paulo (1 Coríntios,5:7), defendem a ideia de ser o Cristo, ele mesmo, a própria Páscoa, associando a este pensamento importante interpretação de outro ensinamento de Paulo de Tarso (1Corintios, 5:8): o “cristão deve lançar fora o velho fermento, da maldade e da malícia, e colocar no lugar dele os asmos da sinceridade e da verdade.”[3]
Algumas festividades politeístas relacionados à chegada da primavera e à fertilidade passaram à posteridade e foram incorporados à simbologia da Páscoa. Por exemplo, havia (e ainda há) entre países da Europa e Ásia Menor o hábito de pintar ovos cozidos com cores diferentes e decorá-los com figuras abstratas, substituídos, hoje, por ovos de chocolate. A figura do coelho da páscoa, tão comum no Ocidente, tem origem no culto à deusa nórdica da fertilidade Gefjun, representada por uma lebre (não coelho). As sacerdotisas de Gefjun eram capazes de prever o futuro, observando as vísceras do animal sacrificado.[1]
É interessante observar que nos países de língua germânica, no passado, havia uma palavra que denotava a festa do equinócio do inverno. Subsequentemente, com a chegada do cristianismo, essa mesma palavra passou a ser empregada para denotar o aniversário da ressurreição de Cristo. Essa palavra, em inglês, “Easter”, parece ser reminiscência de “Astarte”, a deusa-mãe da fertilidade, cujo culto era generalizado por todo o mundo antigo oriental e ocidental, e que na Bíblia é chamada de Astarote. (…) Já no grego e nas línguas neolatinas, “Páscoa” é nome que se deriva do termo grego pascha.[2]
A Doutrina Espírita não comemora a Páscoa, ainda que acate os preceitos do Evangelho de Jesus, o guia e modelo que Deus nos concedeu: “(…) Jesus representa o tipo da perfeição moral que a Humanidade pode aspirar na Terra.”[3] Contudo, é importante destacar: o Espiritismo respeita a Páscoa comemorada pelos judeus e cristãos, e compartilha o valor do simbolismo representado, ainda que apresente outras interpretações. A liberdade conquistada pelo povo judeu, ou a de qualquer outro povo no Planeta, merece ser lembrada e celebrada. Os Dez Mandamentos, o clímax da missão de Moisés, é um código ”(…) de todos os tempos e de todos os países, e tem, por isso mesmo, caráter divino. (…).”[4] A ressurreição do Cristo representa a vitória sobre a morte do corpo físico, e anuncia, sem sombra de dúvidas, a imortalidade e a sobrevivência do Espírito em outra dimensão da vida.
Os discípulos do Senhor conheciam a importância da certeza na sobrevivência para o triunfo da vida moral. Eles mesmos se viram radicalmente transformados, após a ressurreição do Amigo Celeste, ao reconhecerem que o amor e a justiça regem o ser além do túmulo. Por isso mesmo, atraiam companheiros novos, transmitindo-lhes a convicção de que o Mestre prosseguia vivo e operoso, para lá do sepulcro.[5]
 Os espíritas, procuramos comemorar a Páscoa todos os dias da existência, a se traduzir no esforço perene de vivenciar a mensagem de Jesus, estando cientes que, um dia, poderemos também testemunhar esta certeza do inesquecível apóstolo dos gentios: “Fui crucificado junto com Cristo. Já não sou eu quem vivo, mas é Cristo vive em mim. Minha vida presente na carne, vivo-a no corpo, vivo-a pela fé no Filho de Deus, que me amou e se entregou a si mesmo por mim”. (Gálatas 2.20)[6]

"FELIZ PÁSCOA A TODOS QUE DEDICAM UNS MINUTOS DO SEU DIA PARA LER MEU BLOG, UM ABRAÇO."

POSTADO POR: LUCIANO MELO - 01/04/2018
 

ROUBO CINEMATOGRÁFICO É REGISTRADO NA CIDADE DE MASSAPÊ

                                  

                            

Na manhã da última quinta-feira (29), homens armados praticaram um roubo cinematográfico aos Correios da cidade de Massapê. As informações dão conta de vários indivíduos com fardamentos é um carro idêntico ao usado pela empresa, chegaram na agência e levaram todo o dinheiro,  a arma do vigilante e outros objetos. 

                                                                 DETALHE

Depois de alguns minutos chegaram na agência os verdadeiros servidores que iriam buscar os malotes de dinheiro.
A Polícia Civil abriu um inquérito policial para apurar os fatos.

Fonte: Sobral 24 horas

"ESSES BANDIDOS ANDAM ASSISTINDO MUITA TV, O CRIME EVOLUIU E AS AUTORIDADES ESTACIONARAM NO MESMISMO."

POSTADO POR: LUCIANO MELO - 01/04/2018

NO ENTERRO DA PM CAROLINE: NÃO TEVE REPORTAGEM DA GLOBO, NÃO TEVE UMA NOTA DA ONU, NÃO TEVE TELEFONEMA DO PAPA PARA A FAMÍLIA

                              

Circulam imagens do enterro da PM Caroline Pletsch, de 32 anos, assassinada em Natal, Rio Grande do Norte, na segunda-feira, 26.
Julio Franco escreveu em seu Facebook: “Não teve reportagem da Globo, não teve uma nota da ONU, não teve telefonema do papa para a família, não teve feminista protestando, não teve direitos humanos nem textão no Facebook.”

                          

                          

                          

                         

                          

Fonte: O Diário Nacional

"VIVEMOS UMA TOTAL INVERSÃO DE VALORES, VOCÊ É CRITICADO ATÉ SE CRITICAR A FALTA DE COBERTURA E AUSÊNCIA DE CLAMOR PELA MORTE DA PM CAROLINE."

POSTADO POR: LUCIANO MELO - 01/04/2018

SOBRAL - CE: MENOR INFRATOR É ENCONTRADO MORTO DENTRO DO NÚCLEO DE MENORES ZEQUINHA PARENTE

                           

Por volta das 19 horas deste sábado (31), a polícia registrou a morte de jovem dentro do Núcleo de Menores, Zequinha Parente. Equipes da Polícia Civil e da Polícia Militar estiveram no local ocorrência, realizando os primeiros levantamentos. 
A Perícia Forense realizou os trabalhos periciais e encaminhou o corpo do jovem para ser necropsiado no IML. 

A Polícia Civil instaurou um inquérito policial para apurar os fatos.

Fonte: Sobral 24 horas

"INFELIZMENTE ESTE É O FIM DE QUEM ENTRA NO MUNDO DO CRIME, CADEIA OU CEMITÉRIO."

POSTADO POR: LUCIANO MELO - 01/04/2018