Nesse eu confio

quinta-feira, 5 de março de 2026

GOVERNO ENTREGA 45 VIATURAS À PM E SOBRAL É CONTEMPLADA; POPULAÇÃO ESPERA REDUÇÃO REAL SOBRE VIOLÊNCIA

O Governo do Ceará entregou, nesta segunda-feira 02/03, 45 novas viaturas à Polícia Militar do Ceará (PMCE), durante solenidade realizada na Lagoa da Parangaba, em Fortaleza. A ação integra o programa Ceará Contra o Crime e inclui 23 veículos com blindagem.

Sobral está entre os municípios contemplados com viaturas blindadas, ao lado de cidades como Fortaleza, Tauá, Iguatu, Itapipoca, Maracanaú, Eusébio, Maranguape, Horizonte, Jaguaribe e Camocim. Parte dos veículos também será destinada ao Batalhão de Polícia do Meio Ambiente (BPMA).

Durante o evento, o governador Elmano de Freitas destacou que o reforço é fundamental para o enfrentamento ao crime organizado. Segundo ele, os investimentos já refletem na redução dos índices de criminalidade nos meses de janeiro e fevereiro.

No entanto, em municípios do Interior, como Sobral, a população ainda cobra mais do que números: quer presença efetiva nas ruas, respostas rápidas às ocorrências e sensação real de segurança nos bairros e distritos.

Além das viaturas blindadas, outros veículos serão destinados ao reforço do policiamento em áreas com grande fluxo turístico e circulação de visitantes, como Caucaia, Crateús, Santa Quitéria, Acaraú, Barreira, Barbalha, Crato, Brejo Santo e Iguatu.

A chegada das novas viaturas representa reforço estrutural importante. Mas, para o cidadão comum, o que realmente fará diferença é a redução consistente da violência e a recuperação da tranquilidade nas comunidades.

A pergunta que fica é: o novo reforço será suficiente para mudar a realidade nas ruas?

FALSA PASTORA É INVESTIGADA POR EXTORQUIR IDOSAS COM AMEAÇAS RELIGIOSAS EM MANAUS

Uma investigação conjunta das polícias civis do Pará e do Amazonas resultou na prisão preventiva de uma mulher, nesta segunda-feira 02/03, em Manaus, acusada de liderar um esquema de extorsão contra idosas. Segundo a polícia, a suspeita se apresentava como pastora evangélica para ganhar a confiança das vítimas e utilizava ameaças de cunho religioso para obrigá-las a transferir dinheiro. 

O caso teve início no Pará, onde duas idosas, de 79 e 87 anos, foram convencidas a realizar transferências bancárias sob a justificativa de ajudar na liberação de um suposto noivo estrangeiro, que teria sido preso pela Polícia Federal. Para manter o envio constante de valores, a investigada afirmava que as vítimas seriam impedidas de entrar no “reino dos céus” caso deixassem de contribuir financeiramente.

Idosas transferiram R$ 57 mil e ficaram endividadas 

De acordo com a apuração policial, uma das vítimas transferiu R$ 32 mil, enquanto a outra enviou R$ 25 mil, totalizando R$ 57 mil em prejuízo. O golpe causou sérios impactos financeiros às idosas, que passaram a depender da ajuda de familiares para custear despesas básicas do dia a dia. 

Após receber os valores, a suspeita fugiu para Manaus. Mesmo distante, ela ainda tentou dificultar as investigações ao orientar uma das vítimas a apagar o histórico de conversas em aplicativos de mensagens, na tentativa de eliminar provas do crime.

Operação Custos Senex 

A prisão ocorreu no âmbito da Operação Custos Senex, que tem como foco o combate a fraudes, extorsões e abusos psicológicos praticados contra pessoas idosas. A mulher foi localizada na capital amazonense, conduzida à Delegacia Especializada em Crimes Contra a Pessoa Idosa (DECCI) e, em seguida, encaminhada ao sistema prisional. 

Ela permanece à disposição da Justiça e deve responder pelo crime de extorsão qualificada. As investigações continuam para apurar se há outras vítimas envolvidas no esquema. Confira a reportagem completa:

Por: Blog Luciano Melo Oficial / Fonte: CM7

O DESESPERO DO GOVERNO E DE LULA COM A QUEBRA DE SIGILO DE LULINHA


A quebra de sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, aprovada pela CPMI que investiga fraudes no INSS, desencadeou uma sequência de movimentos políticos e jurídicos que expõem a tensão dentro do governo e no entorno do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Nos últimos dias, declarações públicas, articulações parlamentares e recursos ao Supremo Tribunal Federal passaram a compor um cenário de reação diante do avanço das investigações.

A primeira reação veio do próprio presidente. Em entrevista, Lula afirmou que conversou diretamente com o filho após a repercussão do caso e declarou que ele deverá responder caso exista qualquer irregularidade. Segundo reportagem da CNN Brasil, o presidente relatou ter dito ao filho que “se tiver alguma coisa errada, vai ter que pagar o preço”, indicando que o episódio deve ser esclarecido pelas autoridades.

Paralelamente à declaração pública, o governo passou a atuar nos bastidores da CPMI do INSS para tentar limitar o alcance das investigações. Reportagem da CNN Brasil apontou que integrantes da base governista trabalharam para barrar convocações e requerimentos considerados sensíveis dentro da comissão parlamentar. A atuação ocorreu principalmente em votações que poderiam ampliar o número de investigados ou expor nomes próximos ao governo.

Outra movimentação ocorreu no Senado. Após a aprovação da quebra de sigilo de Lulinha pela comissão, aliados do governo tentaram recorrer ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, pedindo a anulação da votação. A informação foi publicada pelo InfoMoney, que relatou a tentativa de reverter o ato aprovado pela CPMI. No entanto, Alcolumbre rejeitou o pedido e manteve válida a decisão da comissão, permitindo o prosseguimento das medidas investigativas.

Mesmo com a manutenção da decisão no Senado, a estratégia passou a se concentrar no campo judicial. A defesa de Fábio Luís Lula da Silva ingressou com um pedido no Supremo Tribunal Federal para suspender a quebra de seus sigilos financeiros. O recurso foi direcionado ao ministro Flávio Dino, relator do processo relacionado ao caso da empresária Roberta Luchsinger.

Segundo reportagens do Metrópoles, os advogados de Lulinha sustentam que o entendimento aplicado no caso da empresária — cuja quebra de sigilo foi suspensa pelo STF — deveria ser estendido a ele. A argumentação tenta demonstrar que a decisão da CPMI careceria de fundamentação suficiente para justificar a medida.

A disputa jurídica e política ocorre em meio ao avanço das investigações da comissão parlamentar, que busca identificar a existência de um esquema de descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas do INSS. A quebra de sigilos é considerada uma das ferramentas centrais para rastrear fluxos financeiros e eventuais conexões entre empresas, operadores e investigados.

Com o caso agora no Supremo Tribunal Federal e sob análise do ministro Flávio Dino, o episódio passou a concentrar forte atenção política em Brasília. A decisão do STF poderá definir não apenas o futuro da quebra de sigilo de Lulinha, mas também abrir precedente para outros investigados atingidos pela mesma votação da CPMI.

Enquanto isso, a sucessão de declarações públicas, articulações no Congresso e recursos ao Judiciário revela o tamanho da pressão política gerada pela investigação e os efeitos que ela pode produzir no cenário nacional.

Por: Blog Luciano Melo Oficial 

terça-feira, 3 de março de 2026

FORAGIDOS POR ESTUPRO COLETIVO SE ENTREGAM À POLÍCIA; 4 INVESTIGADOS VIRAM RÉUS PELO CRIME E POR CÁRCERE PRIVADO


Dois dos 4 foragidos no caso do estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos se entregaram à polícia nesta terça-feira 03/03. Todos viraram réus pelo crime, com o agravante de a vítima ser menor de idade, e também por cárcere privado.

A 1ª Vara Especializada de Crimes contra a Criança e o Adolescente aceitou a denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro. Os promotores destacaram, com base no relatório final da polícia, “a violência empregada e a brutalidade dos atos sexuais praticados contra a vítima”.

Mattheus Verissimo Zoel Martins, de 19 anos, compareceu com sua defesa à 12ª DP (Copacabana), onde o caso é investigado. Ele não deu declarações na chegada.
João Gabriel Xavier Bertho, de 19 anos, se entregou na 10ª DP (Botafogo).

Outros 2 investigados seguiam foragidos até a última atualização desta reportagem:
Bruno Felipe dos Santos Allegretti, de 18 anos;
Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos.

O delegado Angelo Lages afirmou que a intenção de todos é de se entregar.
Há ainda um menor investigado. Até a última atualização desta reportagem, não havia registro de mandado de apreensão contra ele.

Como se trata de um menor, a polícia desmembrou o inquérito e enviou uma representação ao Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) pedindo pela apreensão por fato análogo ao crime. O caso é analisado pela Vara da Infância e da Juventude.

Anteriormente, a Justiça do Rio de Janeiro tinha negado habeas corpus aos foragidos.
A TV Globo apurou que 3 dos 4 maiores de idade procurados pelo crime entraram com um recurso para suspender a prisão. O desembargador Luiz Noronha Dantas, da 6ª Câmara Criminal, indeferiu os pedidos.

Como o caso está em segredo de Justiça, o processo não mostra nenhum nome, e não foi possível saber os autores dos recursos.
Também não havia informações se todos tinham pedido habeas corpus ou se um deles não entrou com recurso.

Por: Blog Luciano Melo Oficial / Fonte: G1